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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Amizade

Retornar à cidade de Ubá para visitar nossos amigos é sempre bom. Uma cidade muito hospitaleira e receptiva cujo clima quente parece refletir a atitude calorosa com que as pessoas nos recebem.

Esta viagem, que começou com planos de um passeio e uma visita trivial acabou se revestindo de grande importância e reflexão.

A viagem correu tranquila, apesar do estado ruim de alguns trechos da estrada, devido às chuvas contínuas e torrenciais do mês de janeiro e fevereiro, as quais, inclusive, têm impedido nossos passeios de moto. Ao menos na nossa chegada, o tempo melhorou um bocado e pudemos experimentar o típico calorão de Ubá (os barbacenenses sofrem, kkk).

Recebidos com muito carinho pela Luíza, passamos ótimos momentos jogando jogos de tabuleiro e provando suas receitas deliciosas. Aproveitamos para conversar bastante, já que há meses não nos víamos pessoalmente.

No sábado, fomos visitar os amigos Robson e Adelaide em seu charmoso sítio. Ótimo lugar para espairecer e descansar. A atenção com que o casal recebe todas as pessoas é indescritível.

De volta a Ubá, ainda deu para provar um maravilhoso hambúrguer artesanal sugerido pela Luíza. Saímos da cidade com uma amizade fortalecida e o sentimento de que as amizades verdadeiras nos ajudam mesmo nos momentos mais adversos. Certamente marcaremos mais vezes, seja em Barbacena, seja em Ubá, ou em qualquer outro pouso que a vontade demandar!


 
 
 
 
 
 


domingo, 29 de julho de 2018

De aventura e hospitalidade

Tudo estava mais ou menos acertado para irmos visitar Dores do Paraibuna, principalmente uma igreja cercada pelas águas de uma represa. Essa visão me chamou atenção imediatamente quando buscava por fotos da região no Google Mapas. Mas esta é uma viagem que ficará para uma próxima oportunidade (não distante, espero).

Fato é que nossos amigos Pedro e Luíza nos convidaram para visitá-los em Ubá mais uma vez. Claro que aproveitamos a oportunidade de voltar a um lugar tão acolhedor. As meninas (Rochelli e Luíza) vinham conversando pela internet e, quando me dei conta, já estava com a viagem toda engatilhada. Inclusive a rota, kkk. A sugestão de minha lindinha era que fôssemos via Alto Rio Doce, passando por Abreus, Dores do Turvo, Senador Firmino e Divinésia, mesmo pegando um grande trecho de estrada de terra! O retorno seria pelo trajeto convencional, via Rio Pomba e Santa Barbara do Tugúrio.

Saímos no sábado, viajando com muita tranquilidade, pois sabíamos que iríamos passar por muitas cidadezinhas que não conhecíamos e aproveitar uma boa estrada de terra. Boa mesmo, pois se mostrou larga e com um piso ótimo. Mesmo com a moto carregada com os baús laterais, deu para andar legal. Nada de costelas ou buracos.

Conhecíamos o trecho e a linda descida da serra até Desterro do Melo. Depois, seria tudo novidade. A estrada segue simples, porém com ótimo piso até Alto Rio Doce. Entramos na pequena cidade e aproveitamos para conhecê-la, mesmo que rapidamente. Surpreendeu-me ser repleta de morros e ladeiras íngremes. Não sei por quê, mas imaginava uma cidade mais plana. A cidade é bem legal, pelo pouco que pudemos observar. Encontramos o que parecia ser o centro, com uma bela igreja de uma torre com uma ladeira atrás, a qual levava a uma praça, igualmente bonita e bem conservada, onde se situava a prefeitura. Pelos vestígios, houvera algum encontro de motociclistas na cidade nos dias que antecederam nossa visita. Seguindo, tomamos o rumo de Abreus, e aí... terra. E que estrada de terra interessante. Acho que nunca rodamos um trecho tão longo e numa estrada tão boa de terra. Sem costelas, com pouquíssimos buracos, dava para rodar a 40, 50 Km/h. Muito legal. Em pouco tempo, mas curtindo bastante, chegamos a Abreus.

Entramos no pequeno distrito para conhecê-lo também, já que, de vez em quando meu irmão e minha cunhada vão àquela região visitar alguns parentes dela. Mais um pequeno lugarejo para nossa já grande lista. Mais uma igreja impecável e uma pequena praça quase sem movimento, a não ser por algumas crianças. Algum comércio ativo, mercearias, salão de cabelereira, entre outras lojas. Tiramos algumas fotos e seguimos nossa jornada pelas boa estrada de chão.

Chegando em Dores do Turvo, voltamos ao asfalto. Paramos na rodoviária da cidade, aproveitando para ir ao banheiro e comermos algo. Jamais imaginaria conhecer esta cidade, muito menos de moto. Não estava nos planos. Graças à minha lindinha, resolvemos passar por este trajeto que nos trouxe novas paisagens e lugares. Uma ampla e bem cuidada praça abrigava a rodoviária com lanchonete e sobre uma elevação imperava grande igreja em reforma. Penso ser das maiores que já vi nestas nossas andanças por pequenos lugares. Subimos no adro e admiramos tanto a cidade ali do alto quanto os morros ao redor. Tiramos várias fotos e, como já era de se esperar, pé na estrada.

Na sequência, Senador Firmino e Divinésia, antes de chegarmos em Ubá. Senador eu tinha vontade de conhecer, pois foi o primeiro local de trabalho de nosso amigo Pedro, que íamos visitar. Divinésia foi outra surpresa com uma decida de serra impressionante até chegar a Ubá.

Em Ubá fomos recebidos por nossos amigos Pedro e Luíza em sua casa. Almoçamos um ótimo strogonoff preparado pela Luíza, conversamos bastante e depois fomos de carro a Visconde do Rio Branco. As meninas iriam a um chá de bebê e, neste meio tempo eu e o Pedro ficaríamos no centro da cidade. Acabou que fomos também ao chá depois de passar brevemente um tempo no centro. Muitas famílias e amigos reunidos. O pessoal todo de lá é muito simpático e hospitaleiro. À noite, retornamos à Ubá, saímos e acabamos indo a dois lugares impecáveis: o Chefs Steakhouse e o Bendita Gula. Ficamos mais uma vez boquiabertos com a variedade de opções que a cidade nos ofereceu.

No dia seguinte, fomos a um churrasco num sítio de amigos dos dois. Mais uma vez, fomos muito bem recebidos. Acabamos provando, inclusive, carne de rã, que nunca havíamos experimentado. Tudo muito, muito bom, sem sombra de dúvidas. Mais hospitalidade ubaense: impecável. No meio da tarde, voltamos à casa do Pedro e da Luíza e nos preparamos para o retorno, não sem antes conversarmos mais um pouco com nossos amigos que tão bem nos receberam e fizeram questão de que nos sentíssemos em casa.

Já saudosos de mais uma viagem incrível que havíamos feito, iniciamos nossa viagem de volta, dessa vez, pelo caminho menos aventureiro, mas não menos bonito. Fizemos nosso retorno passando por Tocantins, Rio Pomba e Santa Bárbara, fazendo a subida da nossa já conhecida Serra de Santa Bárbara, já na luz crepuscular.

De volta em Barbacena, já cansados, tínhamos certeza de ter aproveitado ao máximo as pequenas e limitadas (além de, no meu caso, parciais) férias de julho, fazendo de tudo um pouco, revendo amigos e sabendo que estamos mais ligados do que nunca em nossas viagens e em nossas vidas.

 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 




sábado, 11 de fevereiro de 2017

Cidade dos amigos

Ubá, um município de Minas Gerais conhecido pela produção de móveis de qualidade e pela fartura de manga ubá da região (eu não sabia da manga; admito que olhei no Wikipédia, kkk).

Eu sempre quis conhecer Ubá, pois uma querida professora minha da primeira série, Sueli, foi morar lá com a família e sempre me convidava pra visita-lá, mas nunca tive a oportunidade...

Até que fomos convidados para passar um fim de semana lá pela Luiza e pelo Pedro, um casal de amigos (que casal bonito esse). Então no dia 11/02 eu e o Felipe acordamos cedo, com quase tudo preparado, pois somos ansiosos e arrumamos tudo num dia antes. Tomamos café (ele tomou café, pois eu odeio, kkk. É habito falar assim). Eu devo ter comido alguma porcaria (kkk) e acabamos de preparar os últimos detalhes. Saímos bem cedo, por volta de 7h da manhã, para dar tempo de comer o fricassê que a Luíza iria fazer pra gente (nossa, que delícia). O Pedro não é bobo né? kkk

A viagem foi um pouco longa, mas, em cima de uma moto, impossível não curtir essa liberdade. Eu sempre com a câmera na mão para registrar tudo, cada coisa legal que vejo é um clique.

Aproximando de Ubá, já começamos a sentir um calor diferente (aquele que não tem em Barbacena), parecia até que estávamos chegando
numa cidade praiana. Chegamos e fomos direto para a casa deles (com a ajuda do GPS, que não ficamos sem), onde fomos recebidos com uma alegria imensa e uma mordida no nariz. Sim, eu levei uma mordida do filho deles, e não, não é uma criança humana, é uma criança cachorrínea, o Jake. Mas sou uma futura veterinária e ele só estava me testando, por isso o perdoei logo.

Então eu e o Felipe sentamos um pouco, pra descansar... Devem estar achando estranho né? Pois cansamos de vir sentados e sentamos pra descansar?? Moto é assim. A Luíza nos chamou para almoçar aquele fricassê que citei lá em cima, que repito, estava divino.

À tarde fomos ver um filme para relaxar, pois à noite iríamos sair para conhecer a cidade. Então a noite chegou e saímos para escolher um lugar bacana pra comer... Foi até difícil com tantos lugares bacanas que existem lá, mas escolhemos um restaurante (esqueci o nome) com uma boa música ao vivo e uma comida maravilhosa... Sem falar na rodada de tequila da qual não participei, kkkk... Mas que acabou em fotos hilárias.


O dia 12/02 chegou. Era o dia em que voltaríamos para Barbacena, mas antes fomos à casa da Dona Marta, avó da Luiza. Família maravilhosa que nos recebeu muito bem para curtir uma piscina ótima num dia de muito calor. Até devolvemos para a mamãe um filhotinho de pardal que estava bem fraquinho, mas que, depois do carinho e alimento que a mãezinha dele deu, voou para longe, haha.

O almoço foi um delicioso macarrão, feito por quem? Luiza, claro. Eu e o môzinho comemos bastante, kkk... E depois todos nós voltamos para a piscina, comendo um churrasquinho muito bom. Dessa vez, o Pedro quem fez, haha.


No final da tarde voltamos à casa deles para nos preparar para voltarmos a Barbacena. Depois de ter recebido um carinho enorme de todos em Ubá, pegamos estrada. O tempo fechou e deu uma chuvinha, mas achamos que não iria chover mais. Acabou que fomos surpreendidos no meio do caminho. Pegamos três fortes pancadas de chuva, as quais eu amei e me diverti, kkkk. Acho até que o Felipe passou acima do permitido num radar, por estar chovendo muito (até hoje não chegou nada não, kkk).

Chegamos em Barbacena, iguais uns pintos molhados...Mas valeu a pena cada segundo... Foi incrível, e estou doida pra voltar. Obrigada môzinho pelas experiências incríveis em cima dessas duas rodas e obrigada Pedro e Luíza por terem feito nossa viagem valer muito a pena.

E sabe aquela professora que citei lá no começo??? Não consegui visitar, kkk

Bye...