Na véspera, enviamos mensagem para o pessoal do grupo de WhatsApp e também para o Charles e o Samuel. Acabou que todo mundo estava meio enrolado, mas o Charles topou. Ele é sempre muito animado e marcamos de nos encontrar por volta das 8h na Cabana da Mantiqueira.
Arrumamos as motos logo pela manhã e saímos em direção ao ponto de encontro. A Rochelli aproveitou para abastecer a Crosser no Posto Shell da Cabana. Percebemos que havia outro grupo se reunindo, provavelmente para ir a algum encontro (no mesmo dia, estava rolando o evento de motociclistas de Congonhas, no Parque da Cachoeira). Quando o Charles nos encontrou, descobrimos que a Ana Paula, uma ex-aluna minha, estava lá também com aquele pessoal. Acabamos saindo antes deles, mas sabendo que provavelmente nos ultrapassariam caso também estivessem indo para o Potenza: certamente iríamos parar para tomar um café, já que não havíamos comido nada de manhã.
Depois do lanche, seguimos pela 040. A estrada estava tranquila, muito boa de percorrer. O dia tinha amanhecido bem limpo, mas ao longo da rota foi ficando bastante nublado. Alcançamos o outro grupo entre Santos Dumont e Ewbank da Câmara, o que nos fez imaginar que também tivessem feito alguma parada. Seguimos e acessamos a BR-267 no contorno de Juiz de Fora. Ali, a viagem ficou um pouco mais travada devido ao grande fluxo de carros, à pista simples e a muitos radares e quebra-molas. O pavimento, contudo, estava muito bom e o tempo foi novamente abrindo conforme nos aproximávamos da localidade de Orvalho, perto de onde fica o autódromo.
Paramos as motos, trancamos nossos capacetes para ficarmos mais à vontade e pegamos os bonés para tentar nos proteger do sol. Subimos para a área acima dos boxes, no mesmo terraço onde ficamos com o tio Célio, da outra vez em que estivemos no Pontenza. Dessa vez, o evento era menor, com algumas categorias aparentemente mais locais, mas, de qualquer forma, muito interessante de assistir. O Charles curtiu muito, já que gosta bastante das esportivas.
Aproveitamos as instalações para tomar um pouco de açaí depois das provas e antes de pegarmos a estrada de volta. Retornamos às motos e iniciamos nossa jornada de regresso, novamente pela 267 e depois pela 040 no sentido norte, rumo a Barbacena. Acabou que não almoçamos, então sugeri que parássemos novamente lá no Alto da Serra (já um dos nossos lugares preferidos para essas paradinhas na 040) para comermos algo. Foi uma boa ideia, pois esticamos as pernas e pudemos conversar com calma sobre as corridas e sobre todo o passeio. Foi bem legal.
Lá mesmo nos despedimos e combinamos de rodar mais vezes. Foi uma pena o Samuel não ter podido ir ao Potenza. Achamos que ele também iria gostar bastante.
Vamos ficar de olho nos próximos eventos que ocorrerem por lá!






























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