Petrópolis... Um lugar em que queríamos muito passar uns dias e visitar tudo que tem para oferecer. Que cidade incrível! Resolvemos então marcar uma mini viagem para lá. Duas noites. De quarta a sexta. Daria para visitar tudo.
Saímos quarta bem cedinho, friozinho. Resolvemos tomar café na estrada mesmo, que é algo que sempre adoramos. Paramos bem pertinho, logo no Alto da Serra em Correia de Almeida. Tomamos aquele café caprichado e seguimos viagem. Um chãozinho bom, mas de moto nem vemos. Só curtimos a viagem. Pegamos estrada.
Chegando em Três Rios paramos novamente para um lanche, pois almoço não teria nas paradas. Aproveitei para saber se o museu de motos que pretendíamos visitar em Petrópolis abriria. Falaram que abririam para nós, porém chegaríamos muito tarde e então abortamos a ideia, resolvemos deixar para próxima. O Daniel e a Antonieta também estavam a caminho, porém para eles é bem mais perto, já que sairiam do Rio de Janeiro.
Chegamos na cidade, rumo ao hotel. O checki-in era só às 14h. Chegamos mais cedo e estavam arrumando o quarto. Resolvemos então ir até a catedral enquanto isso, já que era praticamente do lado do hotel e daria para ir a pé mesmo. Que igreja maravilhosa, gigante e cheia de história. Eu fiquei deslumbrada com a beleza daquele lugar. Andamos, tiramos fotos e ficamos esperando o Daniel e Antonieta que não conseguiram vaga para o carro perto e seguiram para o hotel deles. Desencontro. Porém estávamos conversando e combinando de sair após os chek-ins. Voltamos para o hotel e já subimos para o quarto com as bagagens. Para nossa surpresa, uma banheira no banheiro do nosso quarto. Não constava informação sobre isso no Booking.com. Que surpresa boa. Uma coisa que amo muito é banheira, kkk. Organizamos tudo e saímos para almoçar. Um restaurante bem em conta perto do hotel, simples porém com um sabor muito bom. Alimentados.
Combinamos de encontrar com o pessoal no Museu Imperial para visitá-lo e fomos para lá. Uma fila gigante se formou na entrada, já que era um dia gratuito. Sentamos e esperando o Daniel e a Antonieta chegarem para entrarmos juntos. Peguei os ingressos para todos para garantir. A fila foi diminuindo e logo chegaram. Entramos. Que coisa linda também. É incrível como tudo nessa cidade é lindo. Ver como tudo era na época, quartos, salas... Tudo tão chique e bonito. Mas também com coisas muito simples em relação a hoje. Felipe como um bom historiador foi me contando tudo que sabia sobre aquele lugar, já que ele já havia visitado outras vezes com excursões de escola, etc. Olhamos cada detalhe, rimos, ficamos impressionados e nada de celular. Proibido! Acho certo pois se tivessem fotos perderia toda a emoção de ir conhecer a primeira vez. Recomendo muito!
Saímos e já era noite. Um passeio mais demorado devido ao tamanho daquele palácio. Mais uma visita feita com sucesso. Saímos de lá e o Daniel já queria tomar aquele chocolate quente conhecido de Petrópolis. O chocolate é algo muito forte na cidade. Fomos no Katz. Parecia ser bem conhecido. Porém decepcionante para mim e creio que para o Felipe também. Infelizmente o atendimento foi muito falho e muito caro pelo que oferece. Chocolate quente grande que parecia PP... Muito gostoso, porém... kkk. Mas "teve bom". Batemos papo e valeu pelo passeio. Seguimos para nossos hotéis. Já combinando algo para o dia seguinte às 10h.
Acordamos cedo para tomar aquele café gostoso de hotel (uma das melhores coisas de ficar em hotéis). Eu comi bastante... Felipe também não ficou para trás, kkk. Subimos para o quarto novamente para ver o que faríamos, se o outro casal havia mandado mensagem para o novo passeio... Nada deles. Sumiram. Acho que passaram da hora. Eu e Felipe resolvemos sair assim mesmo e ir até a Casa de Santos Dumont, a que já queríamos ir quando fôssemos para a cidade. Então seguimos para lá. Uma filinha, como sempre. Pagamos R$10,00 e entramos. Que casinha bonitinha e bem planejada. Simples... Muito simples. Mas um espetáculo. Vimos tudo, conversamos... Quando já estávamos no final da visita o Daniel mandou mensagem dizendo que estavam lá perto e que estavam esperando a gente. Descemos e fomos encontrá-los, porém minha cabeça parecia que ia explodir e o Felipe foi buscar um remédio pra mim. Nesse meio tempo Daniel e Antonieta resolveram visitar a casa também... Desencontro, kkkk.
Então esperamos os dois para irmos ao Museu dos Brinquedos. Todos queriam ir. Deu certo e todos entraram juntos no museu, kkk. E vou te falar... Que lugar maneiro. Que nostalgia. Eu não sabia se ficava feliz ou triste. Tanta coisa boa, tanta lembrança. Hoje as crianças não sabem o que é um brinquedo mais. Triste. Só celular, computador... Só. Felipe e Daniel conversaram tanto em cada brinquedo que paravam. Muitas lembranças. Visita boa. Indico muito também... Ficamos um bom tempo por lá e ganhamos uma pipoca de brinde. O lugar do museu parecia uma vila. Tinha lojinhas de lembranças, chocolates e tal. Também tinha um restaurante, que resolvemos conhecer, já que estava na hora do almoço quando saímos. Não era muito barato, mas já havíamos entrado... E que comida maravilhosa: muita opção de peixe, que eu amo. Almoçamos bem, com qualidade.
O pessoal foi de carro para encontrar a gente no centro da cidade e, como queríamos ir no Palácio Quitandinha, fomos de carona com eles. Um frio do cão... Parecia a Europa. Ficou até bonita a paisagem. Tiramos algumas fotos do lado de fora e logo entramos. Muitoooo friooo, kkkk. Começamos a visita... Um lugar espetacular. Com muitos espaços legais, artes... Parecia um mundo a parte lá dentro. Rodamos muito e vimos tudo, cada detalhe. No final encontramos um salão de jogos com sinuca, boliche... Claro que iríamos querer jogar um boliche. Muito divertido e com muitas risadas, pois não sabíamos quem era o pior ali, kkk. A hora voou. Mas foi muito divertido. Saímos de lá e já era noite. Daniel e Antonieta deixaram a gente perto do Katz. Seguimos rumo ao hotel, mas antes passamos no supermercado pra comprar alguns petiscos e um vinho para aproveitarmos a última noite no hotel. Na manhã seguinte já iríamos pegar estrada após o delicioso café do hotel. Deixamos tudo mais ou menos pronto e curtimos o restinho da noite fria de Petrópolis no hotel.
De manhã descemos para tomar aquele café caprichado, demos mais uma volta na parte da manhã (o Palácio de Cristal estava se preparando para o Festival do Chocolate, no final de semana seguinte), pegamos estrada rumo a Barbacena novamente. Fizemos algumas paradas ara lancharmos, sem muita fome para almoço.
Viagem tranquila, com segurança... Chegamos em um bom horário ainda antes de anoitecer. Com mais uma viagem incrível na conta. Que lugar espetacular, que viagem incrível... Amamos muito e voltaremos em novas oportunidades.
Os amigos Alex e Maria estavam com a ideia de ir a Petrópolis para fazerem compras na famosa Rua Teresa. É um local já tradicional para compras de roupas dos mais variados tipos com qualidade muito boa e preço bem em conta. Já haviam feito um bate e volta com o Paulo e a Natália, mas, pelo que parece, saíram tarde de Barbacena e não haviam aproveitado realmente naquela oportunidade.
Ao longo dessa última semana, o assunto de um retorno a Petrópolis foi ganhando força. Eu e a Rochelli, claro, tínhamos grande interesse em ir. Principalmente se considerarmos que, da última vez em que fomos, esquecemos de levar nossos passaportes da Estrada Real. Ficamos sem o carimbo de Petrópolis, uma pena. Agora era a hora de buscar esse carimbo esquecido.
Como a distância é de cerca de 230 Km e a cidade tem inúmeras atrações, o ideal seria uma viagem para passar ao menos uma noite lá. Se possível, na verdade, duas, saindo na sexta e voltando no domingo. Só que nem todos tinham essa possibilidade. O Paulo e a Natália não poderiam dormir lá. A Rochelli também, com seu trabalho em regime de plantões contínuos, só poderia viajar para passar noites em outra cidade se fizesse algumas trocas. Isso tasmbém é complicado de articular assim, em cima da hora.
Para nosso azar, bem no meio da semana, nos machucamos. Eu tive algum mau jeito que me deu uma dor intensa no ombro e no pescoço e tive que tomar alguns analgésicos. Nada grave, mas considerando uma viagem de bate e volta de cerca de 470 Km (ida e volta), poderia ser bem complicado mesmo. Já a Rochelli tinha tido uma lesão no dedão do pé jogando vôlei de areia. Foi bem sério e preciso tirar radiografia para saber se não tinha fraturado. Por sorte não. Mas, do mesmo jeito, como encarar um viagem tão longa? Ficamos bem na dúvida até a véspera, na sexta-feira à noite, quando confirmamos com o Alex e com a Maria. Se as dores aumentassem, apesar dos remédios, simplesmente poderíamos voltar de algum ponto do caminho. E assim decidimos. O Paulo e a Natália infelizmente não poderiam ir dessa vez.
Acordamos às 4h da manhã para dar tempo de pegar as coisas que havíamos separado na véspera e ainda vestir as roupas de viagem. Na escuridão da noite, saímos para o ponto de enocntro, fixado dessa vez na Praça Conde de Prados. Pouco tempo depois, chegaram nossos companheiros de viagem. Tudo certo, pé na estrada.
Seguimos pela noite na BR-040 e deixamos que o Alex com seus poderosíssimos faróis ficasse na nossa frente, nos guiando pela escuridão. Fazia bastante frio, principalmente nos trechos de serra. O dia foi começando a clarear quando estávamos na altura de Santos Dumont. Até Juiz de Fora, a estrada é uma velha conhecida. Curtimos bastante a viagem e principalmente o ritmo que mantínhamos com as três motos, sem correrias e tal. Bastante agradável. Seguimos até Três Rios, onde fizemos nossa parada para o café (o Alex já devia estar com crises de abstinência).
De Três Rios até Petrópolis, a estrada toma outra forma. E não estou falando somente da cobrança de pedágios (R$7,25 por moto!), mas do relevo, da serra, do traçado. Paisagens belíssimas em meio a grandes paredões de rocha por todos os lados. Incrível mesmo. O dia ficou perfeito, com o céu predominantemente azul e um a temperatura amena.
Chegamos a Petrópolis através do acesso pela rodoviária, nos encaminhamos ao centro da cidade e, em pouco tempo, encontramos um bom estacionamento já em plena Rua Teresa. Deixamos as motos e os capacetes bem seguros e fomos andar pelas redondezas.
Logo próximo ao estacionamento já visitamos uma loja tida como referência por nossos amigos, mas meio escondida, em uma galeria. Encontramos variadas opções de roupas térmicas e de esportes, porém muito úteis para motociclistas também.
Dali, resolvemos nos separar, pois eu e a minha lindinha tínhamos uma missão a cumprir: carimbar nossos passaportes. Claro que não era nenhum sacrifício. Bastaria andarmos um pouco até a Praça da Liberdade, onde existe um centro de atendimento a turistas. Lá é um ponto de carimbo.
Andar pelo centro de Petrópolis é sempre legal. Fomos conversando e observando a cidade. Quando chegamos fomos muito bem atendidos e conversamos bastante com o guia sobre muitos assuntos: a cidade, a arquitetura, a Estrada Real e os modelos de passaporte e também sobre alguns eventos que estavam ocorrendo na cidade. Infelizmente, não poderíamos ficar para as apresentações de música à noite, pois a Rochelli tinha que trabalhar às 7h da manhã seguinte. Tiramos fotos na bela praça e voltamos à região do comércio de roupas, mas claro, paramos para comer um delicioso pastel de Belém no caminho de volta.
Demoramos a encontrar novamente o Alex e a Maria, apesar de termos nos contatado através dos celulares. Mas isso se deveu ao fato de estarmos visitando as lojas. A Rochelli acabou entrando em uma loja específica com roupas de desenhos animados e séries. Coisas da Disney, da Warner, etc. Ela adora. Acabou saindo de lá com uma camisa e um moletom, kkk. Encontramos nossos amigos na saída dessa loja. Dali, seguimos a um shopping center que tínhamos visto quando fomos procurar o carimbo: o Pátio Petrópolis Shopping. Andamos mais um pouco e almoçamos por lá. Aproveitamos para conversar bastante e trocar nossas impressões sobre a cidade e o comércio.
Resolvermos que um bom horário de retorno seria às 15h. Então, seguimos já na direção do estacionamento, visitamos mais algumas lojas e nos preparamos para o retorno. Pegamos as motos e a partir de indicações e algumas voltas pela cidade, conseguimos, depois de abastecer, sair pela saída do belíssimo palácio Quitandinha.
O retorno desse passeio foi tão bom quanto a ida. Com o mesmo ritmo, curtindo as estradas e suas paisagens. Dessa vez, paramos já no contorno de Juiz de Fora, num lugar chamado Restaurante e Lanchonete do Dubão.
A luminosidade do sol cessou quando estávamos próximos de Ewbank da Câmara. Mais uma vez, seguimos o Alex com seu farol equipado e subimos a Serra da Mantiqueira. A noite não estava tão fria no retorno.
Chegamos em Barbacena, nos despedimos do Alex e da Maria, agradecendo pelo ótimo passeio e ainda demos uma passadinha no Morada para garantir um lanche da noite.