sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Origens de Tiradentes
domingo, 2 de agosto de 2026
Um pulinho em Oliveira Fortes
O tempo estava bom e convidativo a rodar um pouco. Peguei a Himalayan e desci pela BR-040, com pouco movimento na rodovia. Acessei o trevo de Oliveira Fortes tomando a estrada de acesso à pequena cidade. O trecho estava bem conservado, com seu traçado serpenteando por entre os braços da serra.
Depois de dar uma olhada no centro e tirar umas fotos, peguei o caminho de volta, buscando aproveitar bastante as belas estradas e as paisagens de serra no dia ensolarado. Até pensei em dar aquela paradinha no Alto da Serra, talvez até mesmo para almoçar, mas acabei tomando o rumo de casa.
Temos que aproveitar as oportunidades, mesmo que curtas, para quebrar a rotina, não é mesmo?
sábado, 25 de julho de 2026
Encontros e desencontros
Para completar, o Léo, irmão do Felipe, estava em São João del-Rei com a namorada (que mora lá) e nos convidou para almoçar, já que iríamos para a cidade de qualquer forma. Claro que aceitamos! Saímos por volta das 10h para chegar bem no horário do almoço. Deu certinho: assim que chegamos, o Léo já estava se aproximando do restaurante escolhido. Infelizmente ainda não foi desta vez que conhecemos a namorada dele, pois ela estava trabalhando no dia e horário em que marcamos, mas esperamos novas oportunidades em breve!
Chegando lá, achamos o local bem organizado, bom para estacionar as motos e seguro. Deixamos as tralhas nelas e fomos dar uma volta. Para mim, o mais legal desses eventos é ver tantas motos diferentes e bacanas. Desta vez tinha bastante Royal Enfield — coisa que a gente nem reparava antes de o Felipe ter a dele, ou porque realmente não tinha tantas antes de abrirem uma concessionária perto da gente. Fiquei babando em uma Classic preta fosca que estava parada lá. Nossa, que moto linda! Quem sabe em um futuro próximo? Vamos trabalhar bastante para isso.
Caminhamos um pouco com eles e aproveitei para comprar uma luva nova, pois a minha velhinha estava machucando bastante. Só que a nova também me machucou no primeiro uso. Talvez o problema sejam as minhas mãos, né? Mas vou usá-la mais vezes para ver se laceia um pouco e melhora.
Como eles chegaram mais tarde, iriam ficar mais tempo no evento. Eu e o Felipe não queríamos voltar tarde e nem pegar estrada à noite. Tomei um açaí e logo nos despedimos do Charles e do casal. E sabe o pessoal do grupo de moto? kkk Uns chegaram mais tarde e nem nos vimos; o Alex dormiu mais que a cama e só acordou quando já estávamos indo embora! Acontece. Marcaremos novos passeios com eles.
No fim, foi ótimo ver o Léo, encontrar o Charles e conhecer o casal de amigos dele. E para os que desencontramos... fica para a próxima!
quinta-feira, 23 de julho de 2026
Conhecendo Viçosa
Saímos na terça-feira, não muito cedo, já que o check-in do hotel começava somente às 14h. Preparamos as motos e passamos pelo centro da cidade para abastecer no Posto Avenida. Em seguida, pegamos a BR-040 em direção ao sul e depois a BR-265 rumo a Santa Bárbara do Tugúrio. Passamos pelas entradas de Mercês e paramos em um restaurante e lanchonete chamado Parada Mineira, onde pudemos tomar um cafezinho. Seguimos viagem atravessando Rio Pomba, Tocantins e depois Ubá, onde demos uma paradinha para a Rochelli passar em uma farmácia. Continuamos rumo a Visconde do Rio Branco (passando pelo contorno da cidade), São Geraldo, subimos uma serra até atingir Coimbra e chegamos, finalmente, a Viçosa.
Ao chegar a Viçosa, fomos direto ao hotel, que gentilmente liberou nosso check-in meia hora antes do previsto. Trata-se do Mundial Park Hotel, bem legal e bonito, mas um pouco distante do centro. Tomamos banho, o que é sempre bom após a viagem de moto, descansamos um pouco e começamos a procurar algum lugar para ir. Até aquele momento, tínhamos apenas feito o lanche na estrada, que, embora generoso, já fazia muito tempo. Não paramos para almoçar em lugar algum, pois não sentimos necessidade. Já passava das 15h e vimos algumas opções.
Pegamos a Himalayan e saímos, agora com a Rochelli na garupa (coisa raríssima hoje em dia). O trânsito estava carregadíssimo. Não sabemos se era porque estava rolando um grande evento na cidade, a Semana do Fazendeiro (e, especialmente neste ano, comemorando os 100 anos da UFV!) ou se o fluxo nas ruas é sempre assim, congestionado. Ao tentarmos alguns dos lugares centrais que havíamos marcado em nosso mapa, tais como o Beirut Restaurante Árabe e Esfiharia e o Restaurante, Pizzaria e Choperia Noa Noa, não encontramos vaga alguma para estacionar, nem mesmo para uma moto, e isso em meio a um tráfego bem intenso e chato.
A universidade é muito bonita e organizada. Diferentemente da UFJF, onde me formei, é bem plana em sua parte central, com grandes avenidas. A Semana do Fazendeiro tinha inúmeros estandes interessantes, com informações sobre animais, máquinas, tecnologias agrícolas, produtos e muito mais. Rodamos bastante, comprei umas pimentas artesanais e a Rochelli comprou doce de leite, queijo e um massageador, kkkk. Todo mundo muito receptivo, educado e empolgado em estar lá. Almoçamos em uma praça de alimentação montada em um grande galpão onde ocorria uma feira de artesanato. Valeu muito a pena a visita.
O dia seguinte já era o momento do retorno a Barbacena. Tomamos o café da manhã e começamos a preparar as nossas coisas e as motos valentes para o trajeto de volta. Para ficar mais interessante, voltaríamos por outra rota, desta vez rumando diretamente a oeste até alcançarmos Conselheiro Lafaiete e, de lá, direto pela conhecida 040 até Barbacena.
No retorno, ainda paramos novamente para esticar as pernas e aproveitar os produtos locais na Parada da Mexerica, que é sempre boa.
Chegamos a Barbacena na parte da tarde, realizados por mais uma viagem para a nossa conta, com tudo dando certo e dentro do que programamos para nossas singelas férias.


























































%20copiar.jpg)
%20copiar.jpg)




















