domingo, 28 de junho de 2026

Sossego no parque

Tive a ideia neste domingo de dar um pulinho em Desterro do Melo. A ideia era passar um tempo no Parque Xopotó, para espairecer um pouco e também aproveitar para comer uns deliciosos pastéis lá da cidade.

Saí depois do horário de almoço para um passeio na parte da tarde, com a informação de que a pastelaria normalmente abre a partir desse horário.

O tempo estava bom, fazendo um friozinho, mas com bastante sol. A estrada para um trajeto bem curto, a MG-132, estava vazia e convidativa.

Ao chegar em Desterro, fui direto ao parque. Algumas pessoas e famílias estavam por lá, fazendo piqueniques ou simplesmente conversando no gramado à beira do rio. Parei a Himalayan no pequeno estacionamento e sentei em um dos bancos. Levei meu Kindle para ler um pouco em meio àquela tranquilidade.

Depois de relaxar um bom tempo no parque, rumei para a cidade, para ver se a pastelaria estava aberta. Na verdade, não sei os horários de funcionamento e nem sei se também têm constância no cumprimento dos mesmos. Fato é que, ao acessar o centro da cidade, a pastelaria estava fechada. 

Resolvi então, voltar, às vezes parando em alguma outra lanchonete pelo caminho. Mas acabei mesmo indo direto para casa, pois também tinha alguns lanches por lá.

Bem, valeu o pequeno passeio e o momento de leitura em meio a um belo e muito bem cuidado parque.

Quanto ao pastel, ficará para uma próxima.





sábado, 20 de junho de 2026

Revisitando Ouro Branco e região

Neste sábado resolvi dar uma esticada na moto e aí pensei em revisitar alguns lugares históricos. Acabei optando por ir para os lados de Ouro Branco, afinal, a estrada entre Conselheiro Lafaiete e Ouro Branco é um ótimo trecho da Estrada Real, passando pelas fazendas da Varginha e Carreiras.

Saí de casa não muito cedo, com a ideia de lanchar ou almoçar em algum lugar. O frio de inverno já está pegando em nossa região e, por isso, fui precavido, separando algumas camadas extras de roupa. Optei por não colocar o forro de minha jaqueta, sabendo que a região para onde eu iria é, normalmente, bem quente.

O dia estava muito bonito, com o céu completamente azul. Peguei o contorno e, em pouco tempo já estava na BR-040, aproveitando a estrada. Mas realmente, o frio ainda estava intenso, apesar de não ser tão cedo assim. Acabei parando em uma das lanchonetes do trecho próximo a Ressaquinha para colocar o forro da minha jaqueta, assim, meu conforto aumentou consideravelmente.

Segui por Carandaí e cheguei em Conselheiro Lafaiete, acessando a Estrada Real, hoje MG-129, estrada para Ouro Branco, pela Rua Santo Antônio de Pádua.

Fiz duas paradas. Uma na Fazenda da Varginha, onde uma parte do corpo de Tiradentes ficou exposta após a sua execução, e a outra na antiga hospedaria da Fazenda Carreiras, conhecida hoje como "Casa de Tiradentes". Foi basicamente o mesmo trajeto que eu havia feito há cerca de um ano. A Fazenda da Varginha agora está muito mais bem cuidada, sem tanto mato. Animei, então, a entrar e visitá-la, juntamente com o monumento a Tiradentes, para tirar umas fotos. A hospedaria da Carreiras etá igualmente bem cuidada e também dei uma paradinha por lá. Segui, depois, para Ouro Branco.

Ao chegar, minha intenção era fugir do agito e assim descartei a ideia de repetir o almoço no restaurante Trem Mineiro. Pelo que entendi, aos sábados ocorre uma feira na rua do restaurante, o que deixa a rua lotada e as vagas bem difíceis. Optei então por ir a um supermercado que vi no Google Maps e estava com várias marcações de lanchonetes e restaurantes, inclusive da rede Giraffas. Parei no supermercado, bem grande por sinal, e dei uma olhada nas opções. Acabei optando por tomar um café em uma lanchonete de lá. Café com leite e uma coxinha de costela, aparentemente a especialidade do local. Tudo muito bom por sinal. Aproveitei para esticar as pernas e descansar, com a bela vista da magnífica Serra de Ouro Branco logo ao meu lado, na janela. Uma funcionária do supermercado, ao me ver, até me perguntou se eu iria a um encontro de motociclistas que, aparentemente, estava acontecendo em alguma cidade próxima. Falei que não. Que era só uma rodada solo mesmo. A comunidade de motociclistas é, aparentemente, bastante unida. Ela se queixou de não poder ter ido e seguiu com seus afazeres.

Terminado o lanche e passado o tempo no local, resolvi voltar, mas por outro caminho. Não estava a fim de correr o risco de fazer o retorno zoado por dentro de Lafaiete como da última vez. Optei por tomar o acesso do "minério", passando ao largo da siderúrgica e através de Lobo Leite. Da última vez em que passamos por ali pegamos uma chuva e ficamos cor de ferrugem. Deu trabalho para limpar as moto. Dessa vez, o tempo estava seco, embora a poeira de minério fosse jogada ao ar pelos caminhões que cruzavam por mim no trecho, que é a MG-443. Sobre Lobo Leite, sei que existe um carimbo do passaporte da Estrada Real na pequena e histórica cidade. Até pensei em parar lá, mas eu não estava com o meu passaporte. Bem, é motivo para retornar por aquelas bandas, com a Rochelli, para conseguirmos mais este carimbo.

Depois de atingir o acesso à 040 novamente, o retorno foi tranquilo. Pensei em dar aquela passadinha na Parada da Mexerica, mas ainda estava em fome pelo bom lanche feito em Ouro Branco. Segui de volta para casa, aproveitando cada parte da estrada e suas paisagens. Como a temperatura subiu, o dia ficou muito agradável.

Em pouco tempo, já estava em casa. Cabeça renovada.












domingo, 14 de junho de 2026

Almoço bate e volta

Em um domingo daqueles bonitos, de céu azul... o dia perfeito para um passeio de moto. Dessa vez não queríamos nada muito longe ou demorado. Como agora temos uma baby se adaptando e fazendo muita bagunça e arte, teria que ser só um almoço mesmo kkk. Não queríamos chegar com o apartamento pegando fogo! Mesmo sendo uma saída rápida, seria para fazer algo de que gostamos muito: curtir a paz de um pesque-pague e saborear um peixinho daqueles de qualidade. Nada melhor.

Pegamos as motos e fomos com calma ao conhecido Pesque Pague Paraíso, já citado por aqui algumas vezes. Pedimos o prato de sempre: tilápia frita e empanada, arrozinho, batata e um pirão delicioso. Não tem erro! Sempre pedimos meia porção para nós dois, mas vem com tanta fartura que todas as vezes sobra alguma coisa, kkkk. Comemos e depois ficamos um tempinho curtindo a tranquilidade que sempre encontramos lá.

Depois de um tempo, para o almoço "assentar", levantamos acampamento kkk. Pegamos a estrada de volta de forma bem tranquila também. Aquele almoço gostoso em um domingo leve. De volta para casa, tudo estava sob controle. Nada incendiado e nada quebrado, kkk. Noraly e Belchior se comportaram direitinho e esperaram a gente voltar para fazer a bagunça que eles adoram rsrs.

Voltarei mais vezes por aqui. Estou de férias e a intenção é passear bastante com a Crosserzinha!



domingo, 7 de junho de 2026

Para recuperar

Depois de uma semana meio estranha com uma virose e umas dores estranhas, além de alguns cancelamentos de passeios de moto, resolvi que era a hora de, ao menos, dar uma saída pela estrada para almoçar no domingo e dar uma esticadinha na moto.

O destino, não importava, mas teria que ser algum lugar mais perto. Resolvi então pegar a BR-040 no sentido sul e tentar almoçar em algum lugar diferente. Lembrei-me de que logo em frente ao Pesque e Pague Paraíso existe um restaurante com fogão a lenha que está frequentemente lotado.

Peguei a moto, deixei de lado os sintomas da gripe e das dores que ainda estava, levemente, sentido e peguei a estrada pelo contorno. Que sensação ótima. Como faz bem. Em pouco tempo, já estava no restaurante, pois era bem pertinho. Tratava-se do Restaurante e Hotel Comida na Brasa, o qual, por sinal, estava lotado. Tive dificuldades para encontrar vaga até para a minha moto e já houvi, do lado de fora, o burburinho. Como eu queria um lugar tranquilo, resolvi seguir para a opção conhecida e segura, o Alto da Serra.

Chegando lá, pude almoçar com calma uma comida deliciosa e aproveitar a escapada que nos faz sentir vivo, livre. De lá, depois de um bom tempo, retornei para casa.

Nada como o ar livre da estrada para nos fazer sentir melhor.