sexta-feira, 18 de março de 2022

Passeio de exploração

Nesta sexta resolvi fazer um passeio exploratório, para conhecer a localidade de Costas da Mantiqueira e conferir um acesso entre a mesma e o distrito de Senhora das Dores. Na véspera, defini um pequeno circuito no GPS, para ter como referência. Esse seria mesmo um passeio solo, pois a Rochelli não tem as manhãs de sexta, por conta do trabalho. O Samuel contou que havia tomado um reforço da vacina contra covid e ficou derrubado.

Pela manhã segui pela BR-040 até o trevo de acesso aos Costas e rapidamente cheguei ao vilarejo. De lá até Senhora das Dores a estradinha de terra é bem interessante, passando por diversas propriedades rurais (algumas bem antigas) e margeando, por um tempo, o Rio das Mortes, que ali é apenas um pequeno curso d'água. Alguns trechos estavam com muitas pedras, colocadas propositalmente para garantir a passagem nos períodos de chuva (como choveu bastante neste ano, acredito que a estrada possa ter ficado praticamente intransitável, o que justificou as intervenções).

Ao chegar em Senhora das Dores, por um acesso que eu nem conhecia, tomei novamente o rumo de casa, agora pela MG-132. Boas descobertas em um passeio curto.








sexta-feira, 11 de março de 2022

Gruta do Japão

Hoje foi dia de voltar à estrada. E em boa companhia. Aproveitando o período de férias do Samuel e minha folga na sexta, resolvemos dar um pulo em Ressaquinha para desenferrujar um pouco. A Rochelli, agarrada com trabalho e faculdade, não teve como ir com a gente.

Saí de casa para abastecer justamente um dia após o anúncio de um aumento sem precedentes nos derivados do petróleo. Resultado: sem gasolina no posto, já que a galera, assim que soube do aumento, encheu tanques, galões, garrafas e sacolas, talvez. Enchi o tanque de etanol e fui encontrar o Samuel em sua casa. Após trocar uma breves palavras com a família simpaticíssima do Samuel, seguimos rumo a Ressaquinha, via BR-040.

O dia estava muito bonito. Quente, mas não muito. Em Ressaquinha, paramos na estação desativada - reformada e transformada numa espécie de centro comunitário, ao que parece - e conversamos bastante. Deu para sacar detalhes das motos e até para dar uma voltinha na CG 160 do Samuel e, cara, bem surpreendente. Baixa, ágil, muito confortável. Um som massa para uma moto de baixa cilindrada: baixo e grave para quem está pilotando. Deu para ver na estrada que é bem potente também, já que o Samuel me acompanhou tranquilamente, mesmo nas subidas. Faltou ele dar uma andadinha na Ténéré, para sacar. A altura é bem diferente, mas, depois que sai da inércia é só diversão. Ainda vou convencer o Samuel a fazer um test drive e dar uma volta maior na CG para ver a ciclística e o motor.

De lá, seguimos pela AMG-420 até a localidade de Vargem do Amargoso, onde paramos brevemente em frente à igreja e seguimos no sentido Senhora dos Remédios até a gruta à beira da estrada, na descida da serra, próxima à localidade do Japão. O Samuel conhece bem a região e eu apenas havia passado por ali uma única vez, justamente quando eu e a Rochelli fomos a Remédios. Havíamos inclusive passado pela gruta, mas não paramos.

Naquela vez, devíamos mesmo ter parado. Que lugar legal... Apesar de situada na beira de uma estrada de ligação entre municípios pequenos - e em plena serra -, estava muito bem cuidada. É uma espécie de parada religiosa, com água de uma bica (e pontos com filtro!!), bancos, banheiros e uma vista incrível. Foi um ótimo local para conhecer, conversar mais um bocado e, claro, planejar alguns futuros piqueniques à moda dos que costumamos fazer em nossas viagens.

Após a agradável parada e o papo bom, resolvemos partir de volta a Barbacena. O tempo e as estradas estavam muito bons (a AMG-420 com pontos remendados, mas sem buracos). Pegamos uns ligeiros pingos de chuva no alto da serra, mas nada que desse para molhar mesmo.

Sempre ótimo pegar uma estrada para espairecer, curtir os caminhos, a natureza e conhecer lugares novos. A ideia é aproveitarmos as férias do Samuel para algumas escapulidas nas próximas semanas. Tomara!




sábado, 29 de janeiro de 2022

Melhoras no Catumbi

Já fazia tempos que queríamos conhecer uma cachoeira até bem próxima, a Cachoeira do Catumbi, em Santa Bárbara do Tugúrio. A Rochelli vinha vendo algumas postagens de conhecidos sobre as quedas d'água e o acesso e o lugar já figurava como um destino possível para um passeio próximo de um dia de descanso.

Este janeiro foi bastante estranho. Inicialmente, uma chuvada intensa (na verdade, desde dezembro). Depois, conseguimos dar um pulo em Juiz de Fora, para passar uns dias com os tios e primos. No retorno, adoeci e... Descobri que havia contraído Covid! Bem, apesar de já estar vacinado com as duas doses iniciais e mais uma dose de reforço (por ser profissional da educação, graças a Deus), os dias seguintes foram de recuperação e isolamento. O teste da minha lindinha, estranha e felizmente, deu negativo.

Ao final do período de quarentena, resolvemos dar um pulo na tal cachoeira, aproveitando um dia com o tempo mais aberto. Saímos até que bem tarde, por volta das 11h30min, com o intuito de fazer um piquenique lá. Tomamos o rumo da BR-040 e da BR-265, para Santa Bárbara do Tugúrio. Ao final da descida da serra, ainda antes de chegar à cidade, pegamos à direita o acesso para a cachoeira.

O pequeno trecho de estrada foi piorando na medida em que nos aproximávamos da cachoeira, mas nada muito ruim. Uma pequena e estreita subida calçada nos levou a uma porteira, após a qual nos deparamos umas poucas casas e um bar. Ali foi possível deixar a moto em segurança e seguir a pé até o curso d'água, uns 100 m à frente. A cachoeira é muito bonita e tem, essencialmente, dois principais lugares para se ficar. Logo abaixo da principal queda, com um lago bem raso há uma área para churrasco. Logo abaixo, em uma queda menor, muitas pedras e lagoas natuais. Ficamos inicialmente próximo à queda principal, onde havia também um pequeno grupo de pessoas fazendo um churrasco e depois nos dirigimos à queda secundária, onde pudemos ficar sozinhos.

A água não estava muito fria, mas, como havia previsão de chuva à tarde, o tempo foi fechando. Depois de curtir uma ótima cachoeira (e bem próxima, por sinal) voltamos. Subimos a serra para ainda apanharmos um verdadeiro pé d'água ao chegar em Barbacena.

Chegamos encharcados, com moto, corpo e alma lavados!












segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Juiz de Fora em família

Após um período de chuvas quase intermináveis para o início desse ano de 2022, resolvemos viajar para Juiz de Fora, para visitar os tios e os primos. Fazia muito tempo que não viajávamos assim, tendo em vista a pandemia.

Agora, com todos nós vacinados e as estatísticas bem mais favoráveis, resolvemos ir, não sem tomar os cuidados nos espaços públicos por que passamos.

Dessa vez, resolvemos ir de carro, com o Fiestinha, já que as chuvas tinham dado um pouco de trégua, mas não havia garantias de que não retornassem. O tempo realmente estava bem instável.

Foi ótimo passar alguns dias na companhia dos tios Célio e Valéria e também dos primos Daniel e Luciano.

Fomos a alguns lugares muito maneiros e aproveitamos a grande hospitalidade dos nossos parentes juizdeforanos.