sábado, 7 de março de 2026

Sem café

Nesse sábado pela manhã quando levantei da cama e fui tomar meu café, percebi que eu e a Rochelli precisamos urgentemente fazer compras. Não tinha café em pó. Nem leite, para usar o café solúvel para fazer um café com leite. Era umas 7h da manhã e a Rochelli já havia saído para o seu plantão na Santa Casa.

Estranho começar uma postagem com um tom tão banal e destoado, mas o fato é que, eu realmente teria que ir a algum lugar para comprar ou para tomar café. Bem, um bom motivo para pegar uma estrada e tomar um café quentinho acompanhado de pão de queijo em... Carandaí!

Seria uma boa oportunidade para rodar na Crosser da Rochelli, que tem sido minha motocicleta companheira do trabalho já que a Ténéré agora respira outros ares. É verdade. Vendi minha querida Yamaha Ténéré, que tantas alegrias me trouxe. A postagem da visita a Juiz de Fora foi minha derradeira viagem com ela. E claro que minha nova moto está comprada e a caminho. Nesse meio tempo, curto a Crosser, uma ótima moto, por sinal.

Foi uma saída rápida e o destino foi a Estação Carandaí, logo ali na BR-040. Pude experimentar a moto na estrada e senti-la melhor. Com baixa cilindrada, é leve e diferente de pilotar. Mas, ao mesmo tempo, uma motocicleta muito fácil de se adaptar. Mesmo com um protetor de tanque que me incomoda um pouco pela posição em que está (meus joelhos às vezes ficam batendo nele), em pouco tempo você consegue vestir essa pequena moto valente. E, apesar do motor pequeno, não faz nada feio na estrada. É só manter o giro um pouco mais elevado, reduzindo um pouco antes nas subidas, e tudo certo. E o que mais me impressionou: não se o que a Yamaha fez com o design dessa motocicleta, com o paralama dianteiro e o conjunto do farol aliado ao acabamento do painel, que reduz muito o vento sobre o piloto. Ela nem tem bolha como a Ténéré e a deflexão do vento é algo digno de nota. Um ótimo estudo de túnel de vento. Além disso tudo, é bem mais silenciosa (a Ténéré é famosa pelo barulho que retorna ao piloto por meio do vão do guidão, entre o corpo do tanque e o painel).

O café da manhã tradicional da estrada: café com leite e pão de queijo. O pão de queijo estava muito gostoso, o café, esperava um pouco mais. Mas tudo bem. Passeios de moto tem dessas.

Acredito que regularizando tudo neste ano, acertando a compra da nova moto e definindo nossas rotinas, poderemos rodar bastante. Principalmente considerando que irei fazer as revisões da nova moto em Juiz de Fora. É possível que busquemos alguns destinos a partir de lá, explorando novas regiões também.

Vamos aproveitando o tempo e os recursos que a gente tem, não é mesmo?




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