Chegando próximo aos 500 Km da Himalayan, já é a hora da revisão inicial da moto, aquela que consiste mais em uma verificação geral da moto e a primeira troca de óleo. Para mim, isso agora significa mais uma ida a Juiz de Fora.
Tirando essa revisão inicial, as revisões regulares da Himalayan na Royal Enfield são programadas para a cada 5000 Km rodados ou seis meses. O que ocorrer primeiro.
Marquei a revisão para a manhã dessa sexta-feira e tinha planos inclusive de ir na véspera, passando a noite em JF de quinta para a sexta. Contudo, com o grande volume de trabalho de áudio (com prazo de entrega coincidindo justamente para o dia da revisão), o jeito foi realmente fazer um bate-e-volta, saindo cedo de Barbacena e voltando assim que a revisão terminasse. A previsão do tempo de serviço era de 2 horas de duração.
Saí de Barbacena por volta das 7h da manhã, com o serviço marcado na Royal às 9h. A viagem foi bem tranquila e cheguei com folga para o horário marcado. Tomei um café na concessionária e tirei algumas dúvidas sobre a moto e também sobre os serviços. Falei com o chefe da oficina que a moto estava com um barulho metálico ao passar por solavancos em certa velocidade, ao que ele prontamente destacou um mecânico para dar uma volta. Na verdade, subimos um caminho bloquetado atrás da concessionária, bem íngreme. Foi estranho andar de garupa, ainda mais na minha própria moto. O barulho não apareceu e cheguei a conclusão de que deveria ser alguma folga justamente na pedaleira do garupa que, agora sendo por mim utilizada, ficou firme. Seria o caso de colocar alguma borrachinha ou arruela com calma em Barbacena.
Depois dessa avaliação do barulho deixei a concessionária e fui a pé até a lanchonete do Posto Salvaterra, onde pude tomar meu café da manhã. Terminado, voltei à concessionária, onde passei o resto do tempo de espera enquanto a minha moto ficava pronta. A concessionária é ótima e o atendimento foi inpecável. Aproveitei o tempo lá para ver com calma as motos e também para adiantar algum serviço da escola (levei meu pequeno Chromebook para isso), já que o trabalho de áudio só poderia ser feito em meu computador principal, em casa.
Terminada a revisão, foi feita uma lavagem rápida e logo após acertar tudo, já peguei a estrada para retornar a Barbacena. Mais uma vez, a viagem foi tranquila. Segui as instruções do mecânico chefe e, ao ultrapassar a marca dos 500 Km, parei a moto em uma parada da BR-040 e fiz o reset da revisão no painel (como minha moto ainda não tinha passado os 500 Km quando cheguei à concessionária, o comando para cancelar o alerta do painel não estava disponível). Depois de ultrapassar essa marca, eu também já poderia ultrapassar o limite recomendado para amaciamento do motor de 4.000 RPM. Podendo alcançar até 6.000 RPM até os 2.000 Km rodados, pude acelerar mais e ver que a moto responde muito bem, ultrapassando 100 Km/h antes dos 6.000 RPM, o que me deixou bem animado pelo fato de eu, na prática, não estar mais limitado pelo amaciamento. Não costumo correr e a moto chegando a 100 Km/h, com possibilidade de andar um pouco mais em ultrapassagens, já me serve perfeitamente.
Retornei tranquilo até Barbacena e feliz de mais essa etapa ter sido concluída. Como estava apertado de serviço, almocei ainda na estrada, no Alto da Serra, e pouco tempo depois já estava em casa, desembolando o serviço para ser entregue naquele mesmo dia, até tarde da noite.
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