sábado, 9 de agosto de 2025

Rocambole de presente

Hoje foi dia de dar um pulo em Lagoa Dourada. Sempre um destino legal, com boas estradas e paisagens.

A ideia era buscar um rocambole para presente do Dia dos Pais. E pegar uma estrada é sempre bom.

Saí logo pela manhã pela BR-040, rumo a Carandaí para depois pegar a sempre ótima estrada para Lagoa, onde iria aproveitar, claro, para tomar um bom café.

Cheguei ao Legítimo Rocambole de Lagoa Dourada, pedi meu tradicional café com pão de queijo e um rocambole de doce de leite com morango para o meu pai. A loja estava repleta de gente em razão da parada de um ônibus de excursão, praticamente em frente. Apesar do tumulto, fui muito bem servido.

Para o retorno, resolvi tomar o caminho de Prados, Dores de Campos e Barroso.

O dia estava muito bonito e outra estrada bem pitoresca é aquela que passa atrás da Serra de São José, para alcançar Prados. Para minha surpresa, o trecho todo havia sido recapeado e estava ótimo de rodar. Da última vez em que passei por ali, estava repleto de buracos e remendos. Depois de passar pela parte central de Prados, calçada, a viagem de retorno fluiu muito bem, através de Dores e alcançando a BR-265 em Barroso.

Em pouco tempo, já estava de volta em casa, com o presente que levaria no dia seguinte, domingo do Dia dos Pais.

O importante é rodar sempre...




quarta-feira, 30 de julho de 2025

Papo bom

O passeio de hoje, diferentemente de muitos outros, teve um objetivo mais claro e familiar: ir a Juiz de Fora para bater um papo com o meu primo, Luciano.

Da última vez em que estivemos com ele, foi no dia em que fomos a Juiz de Fora para a Festa das Nações. Passamos em seu apartamento e trocamos uma ideia, não por mais do que meia hora. Ficou aquela impressão de que poderíamos ter conversado muito mais, dado o tempo em que não nos encontrávamos.

Então, combinamos e resolvi sair logo cedo para estar lá com folga ainda na parte da manhã.

A viagem foi bem tranquila, com um dia muito bonito e friozinho.

Chegando em Juiz de Fora, pude passar o dia com minha família, batendo um papo bom. Saímos ainda para almoçar em um ótimo restaurante de comida natural, o Taiwan, bem no centro da cidade.

Além de aproveitar a companhia de todos, ainda foi bom para pegar a velha 040, neste trecho que é o mais conhecido para mim.

Estive ainda com meus pais, que estavam na cidade, antes de retornar, à noitinha, para Barbacena.

sexta-feira, 25 de julho de 2025

Uma escapada às vezes faz bem

Petrópolis... Um lugar em que queríamos muito passar uns dias e visitar tudo que tem para oferecer. Que cidade incrível! Resolvemos então marcar uma mini viagem para lá. Duas noites. De quarta a sexta. Daria para visitar tudo.

Saímos quarta bem cedinho, friozinho. Resolvemos tomar café na estrada mesmo, que é algo que sempre adoramos. Paramos bem pertinho, logo no Alto da Serra em Correia de Almeida. Tomamos aquele café caprichado e seguimos viagem. Um chãozinho bom, mas de moto nem vemos. Só curtimos a viagem. Pegamos estrada.

Chegando em Três Rios paramos novamente para um lanche, pois almoço não teria nas paradas. Aproveitei para saber se o museu de motos que pretendíamos visitar em Petrópolis abriria. Falaram que abririam para nós, porém chegaríamos muito tarde e então abortamos a ideia, resolvemos deixar para próxima. O Daniel e a Antonieta também estavam a caminho, porém para eles é bem mais perto, já que sairiam do Rio de Janeiro.

Chegamos na cidade, rumo ao hotel. O checki-in era só às 14h. Chegamos mais cedo e estavam arrumando o quarto. Resolvemos então ir até a catedral enquanto isso, já que era praticamente do lado do hotel e daria para ir a pé mesmo. Que igreja maravilhosa, gigante e cheia de história. Eu fiquei deslumbrada com a beleza daquele lugar. Andamos, tiramos fotos e ficamos esperando o Daniel e Antonieta que não conseguiram vaga para o carro perto e seguiram para o hotel deles. Desencontro. Porém estávamos conversando e combinando de sair após os chek-ins. Voltamos para o hotel e já subimos para o quarto com as bagagens. Para nossa surpresa, uma banheira no banheiro do nosso quarto. Não constava informação sobre isso no Booking.com. Que surpresa boa. Uma coisa que amo muito é banheira, kkk. Organizamos tudo e saímos para almoçar. Um restaurante bem em conta perto do hotel, simples porém com um sabor muito bom. Alimentados.

Combinamos de encontrar com o pessoal no Museu Imperial para visitá-lo e fomos para lá. Uma fila gigante se formou na entrada, já que era um dia gratuito. Sentamos e esperando o Daniel e a Antonieta chegarem para entrarmos juntos. Peguei os ingressos para todos para garantir. A fila foi diminuindo e logo chegaram. Entramos. Que coisa linda também. É incrível como tudo nessa cidade é lindo. Ver como tudo era na época, quartos, salas... Tudo tão chique e bonito. Mas também com coisas muito simples em relação a hoje. Felipe como um bom historiador foi me contando tudo que sabia sobre aquele lugar, já que ele já havia visitado outras vezes com excursões de escola, etc. Olhamos cada detalhe, rimos, ficamos impressionados e nada de celular. Proibido! Acho certo pois se tivessem fotos perderia toda a emoção de ir conhecer a primeira vez. Recomendo muito!

Saímos e já era noite. Um passeio mais demorado devido ao tamanho daquele palácio. Mais uma visita feita com sucesso. Saímos de lá e o Daniel já queria tomar aquele chocolate quente conhecido de Petrópolis. O chocolate é algo muito forte na cidade. Fomos no Katz. Parecia ser bem conhecido. Porém decepcionante para mim e creio que para o Felipe também. Infelizmente o atendimento foi muito falho e muito caro pelo que oferece. Chocolate quente grande que parecia PP... Muito gostoso, porém... kkk. Mas "teve bom". Batemos papo e valeu pelo passeio. Seguimos para nossos hotéis. Já combinando algo para o dia seguinte às 10h. 

Acordamos cedo para tomar aquele café gostoso de hotel (uma das melhores coisas de ficar em hotéis). Eu comi bastante... Felipe também não ficou para trás, kkk. Subimos para o quarto novamente para ver o que faríamos, se o outro casal havia mandado mensagem para o novo passeio... Nada deles. Sumiram. Acho que passaram da hora. Eu e Felipe resolvemos sair assim mesmo e ir até a Casa de Santos Dumont, a que já queríamos ir quando fôssemos para a cidade. Então seguimos para lá. Uma filinha, como sempre. Pagamos R$10,00 e entramos. Que casinha bonitinha e bem planejada. Simples... Muito simples. Mas um espetáculo. Vimos tudo, conversamos... Quando já estávamos no final da visita o Daniel mandou mensagem dizendo que estavam lá perto e que estavam esperando a gente. Descemos e fomos encontrá-los, porém minha cabeça parecia que ia explodir e o Felipe foi buscar um remédio pra mim. Nesse meio tempo Daniel e Antonieta resolveram visitar a casa também... Desencontro, kkkk.

Então esperamos os dois para irmos ao Museu dos Brinquedos. Todos queriam ir. Deu certo e todos entraram juntos no museu, kkk. E vou te falar... Que lugar maneiro. Que nostalgia. Eu não sabia se ficava feliz ou triste. Tanta coisa boa, tanta lembrança. Hoje as crianças não sabem o que é um brinquedo mais. Triste. Só celular, computador... Só. Felipe e Daniel conversaram tanto em cada brinquedo que paravam. Muitas lembranças. Visita boa. Indico muito também... Ficamos um bom tempo por lá e ganhamos uma pipoca de brinde. O lugar do museu parecia uma vila. Tinha lojinhas de lembranças, chocolates e tal. Também tinha um restaurante, que resolvemos conhecer, já que estava na hora do almoço quando saímos. Não era muito barato, mas já havíamos entrado... E que comida maravilhosa: muita opção de peixe, que eu amo. Almoçamos bem, com qualidade.

O pessoal foi de carro para encontrar a gente no centro da cidade e, como queríamos ir no Palácio Quitandinha, fomos de carona com eles. Um frio do cão... Parecia a Europa. Ficou até bonita a paisagem. Tiramos algumas fotos do lado de fora e logo entramos. Muitoooo friooo, kkkk. Começamos a visita... Um lugar espetacular. Com muitos espaços legais, artes... Parecia um mundo a parte lá dentro. Rodamos muito e vimos tudo, cada detalhe. No final encontramos um salão de jogos com sinuca, boliche... Claro que iríamos querer jogar um boliche. Muito divertido e com muitas risadas, pois não sabíamos quem era o pior ali, kkk. A hora voou. Mas foi muito divertido. Saímos de lá e já era noite. Daniel e Antonieta deixaram a gente perto do Katz. Seguimos rumo ao hotel, mas antes passamos no supermercado pra comprar alguns petiscos e um vinho para aproveitarmos a última noite no hotel. Na manhã seguinte já iríamos pegar estrada após o delicioso café do hotel. Deixamos tudo mais ou menos pronto e curtimos o restinho da noite fria de Petrópolis no hotel.

De manhã descemos para tomar aquele café caprichado, demos mais uma volta na parte da manhã (o Palácio de Cristal estava se preparando para o Festival do Chocolate, no final de semana seguinte), pegamos estrada rumo a Barbacena novamente. Fizemos algumas paradas ara lancharmos, sem muita fome para almoço.

Viagem tranquila, com segurança... Chegamos em um bom horário ainda antes de anoitecer. Com mais uma viagem incrível na conta. Que lugar espetacular, que viagem incrível... Amamos muito e voltaremos em novas oportunidades. 
















terça-feira, 22 de julho de 2025

Introdução à viagem de moto

O passeio dessa terça-feira foi bem diferente. Aproveitando as pequenas férias do meio de ano, cada pequena oportunidade de rodar é boa para descansar a mente e desconectar da rotina de trabalho da semana anterior. Aproveitando também as férias escolares, meu irmão Leonardo veio de Curitiba com meu sobrinho Moisés, para passar uns poucos dias aqui em Barbacena. Da outra vez em que vieram, no início do ano, se não me engano, o Moisés andou de moto comigo pela primeira vez, apenas para deixá-lo na casa dos meus pais. Dessa vez, ele me disse que seria legal dar uma volta para conhecer algum lugar perto da cidade, um passeio verdadeiro, pegando alguma estradinha. Não precisava falar duas vezes, não é mesmo?

Propus algumas rotas e a por que ele mais se interessou foi uma de base histórica: Estrada Real, para a fazenda da Borda do Campo, passando por Antônio Carlos e remetendo às origens do caminho do ouro e do arraial que deu origem à Vila de Barbacena. Coincidentemente, foi também uma das primeiras rotas que fiz com a Rochelli ainda quando namorávamos. Também foi a primeira vez em que eu e a Rochelli passeamos em duas motos, sendo a primeira vez que ela pegou uma estrada de moto.

Meu irmão deixou o Moisés na minha casa logo pela manhã. Emprestei meu antigo capacete e minha jaqueta de verão para ele, lembrando-o de agasalhar bastante, pois, como é inverno, estava fazendo muito frio e iríamos para uma região de mata em meio a serra. Dadas algumas dicas de como se segurar e sobre balanceamento nas curvas, saímos cruzando a cidade e pegando a MG-135 para o aeroporto, para o distrito de Sá Fortes e, finalmente chegando em Antônio Carlos. Infelizmente não tínhamos comunicadores para conversarmos claramente (um deles está conectado ao capacete da Rochelli), mas fomos trocando ideia nos trechos de menor velocidade.

Em Antônio Carlos, pegamos a estrada de chão para a antiga Fazenda da Borda. Paramos lá para que eu mostrasse um pouco da história da região e tiramos algumas fotos junto ao marco da Estrada Real. Depois, seguimos para o antigo Seminário da Borda do Campo, cujos portões estavam abertos, o que permitiu que entrássemos para apreciar a bela e imponente contrução. Perguntei ao Moisés como estava o passeio, o que estava achando e ele me disse que estava bem legal e que queria ir a mais algum lugar. Pensei em uma lanchonete rápida e com acesso por outra estrada, mais rápida. Decidimos ir ao Nosso Pão de Queijo, da BR-040, para que ele tivesse uma experiência diferente, em uma estrada de mais grande porte. Pegamos o trajeto de volta da MG-135 para Barbacena, onde demos uma paradinha para que eu abastecesse a Ténéré. Aproveitei que o posto estava bem vazio e pedi para que dessem uma lavada rápida na moto, já que eu e a Rochelli iríamos viajar já no dia seguinte para Petrópolis.

Pegamos a 040 e rodamos os poucos quilômetros até a lanchonete, na qual pudemos comer e conversar mais um pouco. Deu para ver que, na medida em que rodamos mais, o Moisés foi relaxando mais na garupa e pôde aproveitar bem mais a liberdade que a moto proporciona.

Depois disso, voltamos para Barbacena e para a casa dos meus pais, onde iríamos almoçar.

Será que teremos mais um companheiro de moto no futuro? Kkkk. Brincadeira. 

Temos mesmo é que aproveitar as experiências do presente, pois é disso que se tratam as viagens de moto: aproveitar o trajeto, independentemente do destino.