domingo, 20 de setembro de 2026

Conhecendo novas possibilidades

A vida anda corrida para mim e para o Felipe, mas tiramos um tempinho para passar um fim de semana em Juiz de Fora. Aproveitamos que tinha uma revisão da Himalayan para fazer e usamos a viagem para descansar um pouco por lá e testar novas motos da Royal Enfield. Eu estou doida para trocar a minha! Só falta o dinheiro, kkkkk.

Então, acordamos na sexta-feira de manhã e arrumamos tudo para sair. Mas, antes, passamos no velório de um grande amigo nosso, o Arquimedes. No dia anterior, tivemos a notícia de seu falecimento, o que nos abalou muito. Um cara incrível, do bem e com uma família linda. A vida é realmente um sopro, por isso temos que aproveitar muito cada momento e as pessoas de quem gostamos. Temos certeza de que ele foi recebido da melhor forma onde estiver, e a Aline com as meninas serão muito amadas por aqui.

O tempo não estava nada bom: nublado e serenando. Saímos cedo e resolvemos parar para tomar café no Alto da Serra. Pegamos uma chuva bem chatinha no caminho e nos molhamos um pouco. Mas quem está na chuva é para se molhar, então nem ligamos muito! Fomos com calma e segurança, sem nenhuma correria. Tomamos aquele café quentinho e seguimos rumo a Juiz de Fora.

Chegamos à concessionária com as motos bem sujas do barro da estrada. Estacionamos e logo levaram a moto do Felipe para a oficina, enquanto a minha ficou no pátio mesmo. Tadinha, uma sujeira danada kkk. Entramos no showroom para babar nas motos de exposição. Por um instante, pensei em desistir de testar a Classic, pois eu estava muito molhada e cogitei voltar no sábado de manhã. Mas o Felipe insistiu para que eu fizesse o teste já que estávamos ali. O tempo deu uma limpada e o asfalto secou um pouco; aí me animei! Queria testar a Hunter e a Classic, aproveitando o tempo de espera da revisão. O Felipe resolveu testar também. Enquanto fui na Hunter, ele foi na Classic; depois trocamos.

Nossas considerações: motos maravilhosas de pilotar! Nossa, eu gostei muito da Hunter, mas achei a posição um pouco mais esportiva e menos confortável. Quando montei na Classic, me apaixonei mais ainda! É realmente a moto que eu quero: confortável, responde rápido e, além de tudo, é linda! Só aumentou a minha vontade. Por mim, trocaria hoje mesmo kkk. O Felipe também adorou as duas — ele é suspeito para falar porque já tem uma moto maravilhosa da Royal, não tem erro. Ficamos felizes em conseguir testar os modelos. Só fiquei triste por não ter o dindin para trocar ainda kkkk.

Tomamos o cafezinho que a concessionária oferece e ficamos esperando o término do serviço. Infelizmente, uma coisinha chata aconteceu na entrega da moto dele. Após a lavagem, os baús vieram manchados, como da outra vez em que o Felipe a levou para a revisão. Parece que algo acontece no processo que acaba manchando o alumínio, uma marca que não sai de jeito nenhum. O Felipe até falou mais firme com o gerente lá. É a segunda vez que acontece e não é justo, já que é um item tão caro. Mas é algo que ele vai verificar como resolver. No fim, está tudo sob controle. Eles até tentaram limpar os baús de um dia para o outro, então fomos embora apenas com a moto e deixamos as peças lá para entregarem no sábado de manhã. Limparam até bem, porém não 100%. O Felipe ficou chateado, mas resolvemos aproveitar a viagem para descansar e visitar os tios e o primo dele.

Chegamos ao apartamento após a revisão, tomamos um banho quente, tiramos a roupa molhada e fomos à padaria lá perto para "almoçar", já que era tarde e estávamos só com o café da manhã no estômago. Não tinha almoço kkk, então lanchamos mesmo. Compramos também algumas coisas para comer à noite e tomar café no dia seguinte. Voltamos para o apartamento para finalmente descansar.

No sábado, acordamos, o Felipe foi buscar os baús na Royal e depois tomamos café assim que ele chegou. Resolvemos almoçar em um restaurante em que ele já havia ido numa outra vez, quando foi a Juiz de Fora sozinho. Fui de garupa para facilitar kkk. Chegamos lá e encontramos comida fresquinha e um preço ótimo. Comemos com calma e conversamos bastante.

O Felipe estava combinando de ir à casa do primo dele. Saímos do restaurante, passamos no apartamento para pegar umas coisas e fomos para a casa do Chuna. Chegando lá, ficamos conversando com o tio Célio, a tia Valéria, a Lígia e o Chuna. A Lígia precisou sair e depois fomos com o primo do Felipe para a casa dele, para colocar o papo em dia kkk. É sempre muito bom conversar com ele! Ele preparou um lanche maravilhoso para a gente: pães deliciosos e um patê feito com ervilha e uns temperos especiais que, meu Deus! Eu, que sou preconceituosa com coisas verdes, queimei a língua kkkkk! Ficou espetacular, comemos muito! Nu!

Saímos de lá já bem tarde. Passamos na padaria novamente para comprar um doce de que fiquei com muita vontade e voltamos para o apartamento para descansar, pois domingo já era dia de voltar para Barbacena.

A volta é sempre triste. Acordamos com calma, tomamos café e terminamos os lanches que havíamos comprado, para não deixar nada estragar lá. Arrumamos nossas coisas nos baús, organizamos e demos uma geral no apartamento e saímos. Resolvemos antecipar a saída com medo da chuva que estava marcada, mas acabamos nem pegando água no caminho. Paramos no Graal para comer, já que não tínhamos almoçado, e seguimos para Barbacena.

Chegando à cidade, eu fui à casa da minha mãe para ver o pessoal um pouco e o Felipe foi para casa descarregar as bagagens. Foi um fim de semana ótimo: novos testes, muito descanso e tranquilidade. Nós sempre gostamos de ir a Juiz de Fora!





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