domingo, 5 de setembro de 2021

De volta a JF

Este final de semana foi tempo de retornarmos a Juiz de Fora, depois de longa data. Fato é que precisei ir à casa do meu primo Daniel para buscar um computador novo, em razão dos agora mais intensos trabalhos com áudio. Os jobs estão de vento em poupa! Assim, aproveitamos, claro, para visitar os tios e os primos, matando a saudade de todos.

Por conta da carga grande e delicada, decidimos ir de carro. Foi bem legal, até para variarmos o nosso estilo de viagem.

Passamos ótimos momentos na sexta-feira, sábado e domingo!

Valeu, Daniel e Patrícia, pela hospedagem de primeira classe! Valeu Chuna e Lígia pelos papos e risadas jogando videogame! Valeu tio Célio e tia Valéria, pelo almoço e pelo churrasco! Obrigado a todos pelo imenso carinho e atenção!


segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Saudade de um passeio de moto

Bom dia... Hoje quem veio relatar o passeio sou eu, Rochelli. 

Eu estava meio sumida devido ao trabalho e faculdade; estão me consumindo... kkk

Dessa vez eu dei uma pausa no serviço e nos estudos para passear com o meu amorzinho e o tio Célio. Fomos a Bichinho e Tiradentes fazer um piquenique, já que o comércio de lá está assaltando legal. kkkk

No dia anterior comprei uns suquinhos e uns biscoitinhos para o passeio. Combinamos de esperar o tio Célio no posto próximo ao Bahamas Mix. Chegando lá, ele já estava aguardando, foi mais rápido kkk.

Seguimos rumo a Bichinho. Depois de Dores, pegamos uma estradinha boa de terra (quanto tempo eu não passava por uma). Ficar toda suja de poeira, mas leve e tranquila com aquela paz.

Passeio bem rápido e tranquilo. Chegamos numa igrejinha de Bichinho, tiramos algumas fotos e comemos uma empadinha by tio Célio, que estava uma delícia. E seguimos até encontrar a famosa casa torta; com esperança de tirar a foto clássica em frente a casinha, porém uma fila que jamais enfrentaríamos para uma foto que meio mundo tem, kkkkkkkk. Tirei uma fotinha de cima da moto mesmo, só para falar que passamos por ali.

Mais para frente paramos no museu de carros antigos, pois tio Célio não conhecia; resolvemos comer antes numa lanchonete do lado do museu. Muito bom o lanche, porém o preço das coisas, se juntar, dá para comprar um carro daqueles antigos do museu, kkkk. Brincadeiras à parte. Tudo muito gostoso, porém um valor absurdo. Parece até cidade grande. E o museu também ficou para outro dia; devido ao abuso do valor para entrar. Seguimos para o piquenique que é o que nosso orçamento aguenta quando se fala de Tiradentes. kkk

Subimos para o morro famoso perto da rodoviária, onde da pra ver a igreja principal e parte da cidade. Estendemos uma toalha na sombra de uma árvore, pegamos os lanche e sentamos para bater um papo. Felipe e tio Célio conversaram bastante sobre história; tio Célio bem curioso e o Felipe nem gosta do assunto né? kkk Eu fiquei deitada curtindo a vibe. 

Depois de muito papo, fotos e comidas; fomos andar pela cidade. Fazia muito tempo que tio Célio não ia a Tiradentes. Fomos até a igreja principal, onde encontramos algo super legal. Eu nem fiquei super empolgada né? Duas pessoas com aves de rapina, para tirar fotos. O mais legal que era para arrecadar verba para o Instituto Lobo Guará, que cuida de animais silvestres encontrados em estado de perigo, maus tratos, etc. Óbvio que tirei foto com o gavião e a corujinha; Chico e Frida no caso, kkk. Maravilhosos! Apaixonada!

Depois de ficar um tempo por lá; resolvemos voltar para o centro. O calor estava muito grande, aí não perdi a oportunidade de tomar um sorvetinho. Depois, voltamos para pegar a moto e retornar a Barbacena, já que estava ficando tarde e o tio Célio tinha que voltar para JF. 

Pegamos estrada de volta. Não deu pra fazer algumas coisas que tínhamos planejado, mas, mesmo assim, foi um passeio maravilhoso! Que saudade eu estava. Eu e Felipe adoramos quando encontramos companhias maravilhosas para os passeios.

Já queremos mais... Até o próximo pessoal...






sábado, 14 de agosto de 2021

Parada Olhos D'Água

Este sábado foi dia de darmos uma pequena escapada. Estávamos precisando. Já está até chato ficar falando sobre as limitações que a pandemia nos impôs e acaba que estamos mais ou menos como todo mundo: saturados, mas resistindo e buscando ainda evitar situações de risco. Finalmente, com o avanço (lento) das vacinações, a vida parece estar dando ares de que voltará a uma "normalidade" (a tal nova normalidade, que, em realidade, será o máximo que poderemos ter durante algum tempo).

Cogitamos gastar um pouco de nosso pequeno fundo de viagens com alguma hospedagem em hotel, mas isso ainda ficará para depois. A ideia que firmou neste final de semana foi mesmo de sair ali para Santa Bárbara e comer as deliciosas tilápias servidas pela Parada Olhos D'Água.

Dia lindo, estrada calma, serra perfeita. E um almoço incrível como sempre. Aproveitamos para relaxar um pouco próximo aos lagos ao lado do restaurante, observando os peixes.

Retornamos revigorados para casa.

Em tempo: como o blog não é somente sobre coisas boas, mas sim sobre as experiências ligadas às viagens, com ênfase naquela feitas de moto, tivemos um pequeno dissabor ao descobrir que um dos adesivos da carenagem do farol da Ténére havia sido arrancado. Coisa de criança mal-educada em estacionamento coletivo. Bem, não podemos deixar esses aborrecimentos estragarem o dia, não é mesmo? Caso relatado ao condomínio, adesivo novo comprado e vida que segue. Pé na estrada!

Com a situação melhorando, em breve faremos alguma viagem mais longa, ficando em um hotel, com certeza.


domingo, 25 de julho de 2021

Grande companhia, grande estrada

Hoje foi dia de passeio especial, com a companhia do grande Tio Célio, vindo especialmente de Juiz de Fora para conhecer as estradinhas aqui das bandas de Barbacena! Cara, com essa pandemia, quanta saudade!

Combinamos com uns poucos dias de antecedência um passeio pela região e, como rota, logo me veio à mente a belíssima estrada de Santana do Garambéu, a qual visitei há algumas semanas. Outras possibilidades também: Bichinho, Santana dos Montes, etc. Mas, como estrada, estrada mesmo, tinha que ser uma bem perfeita. Ainda poderíamos ir à Cachoeira da Água Limpa, pegando um trecho de estrada de chão, como sei que ele gosta. A Rochelli não poderia nos acompanhar, pois tinha conseguido um trabalho de fotografia bem no dia. Uma pena.

O ponto de encontro foi o posto Shell próximo ao Bahamas Mix, em que cheguei primeiro. O Tio Célio acabou parando em Santos Dumont na vinda de Juiz de Fora por conta do frio intenso. Realmente, quando saí de casa, o ar ainda estava bem gelado. Imagino como estava a BR-040 na região da serra.

Deixamos o posto por volta das 9h30min e seguimos para o Distrito de Campolide. Queria mostrar a antiga estação para o Tio Célio, além do ótimo restaurante do Zazaga, com especialidade em peixes. De lá seguimos pelo asfalto remendado até Ibertioga, onde paramos para um café rápido. Tomamos em seguida o rumo de Santana do Garambéu, com a estrada melhorando e a vista ficando incrível. Mostrei para o Tio Célio a Serra de Ibitipoca ao longe (não tão longe assim), bem visível, no dia seco e ensolarado de inverno.

Após uma breve parada no trevo de acesso à estrada de Santana do Garambéu (em sua separação do traçado que vai para Piedade do Rio Grande), avisei que a vista e a estrada ficariam muito mais interessantes. O Tio Célio nem acreditou, pois já estava gostando demais da estrada. Bem, acho que ele não se decepcionou. Mais uma vez a estrada de Santana do Garambéu pode encantar, com seus altos e baixos, subidas e descidas bloquetadas e uma ótima manutenção.

Em Santana, parei propositalmente na singela igreja de São Francisco de Assis, construída com pedras. Muito legal. Ali, incrivelmente, encontramos um cara que passou a nos perguntar sobre o passeio e tal. E não é que o cara era de Barra do Piraí, cidade onde o Tio Célio morou por alguns anos. Até conheciam as mesmas pessoas! Kkkk. Coincidências de viagens!

Na igreja decidimos ir até a Cachoeira da Água Limpa, pela estrada de chão. Nossa! E como estava seco! Alguns pontos, parecia talco ou, sei lá, a Lua! Kkkk Tomei até um susto em um bolsão de pó em uma descida. Para minha surpresa, não havia mais o mata-burros longitudinal do qual eu e a Rochelli tivemos que desviar por uma tronqueira na outra vez.

Chegamos na cachoeira e tudo estava vazio. Também, neste frio... O trailer estava fechado e o local parecia semi-abandonado. De qualquer forma, o curso d'água continua lindo, desaguando no Rio Grande, lá em baixo. O Tio Célio adorou a cachoeira e aproveitamos para tirar fotos, comer as (humildes) provisões que levei e conversar bastante.

Decidimos não nos demorar muito por lá, para que pudéssemos ainda passar na casa dos meus pais em Barbacena, antes que o Tio Célio pudesse voltar a Juiz de Fora em um horário conveniente (em que ele não morresse congelado, kkkk).

Retornamos a Santana e seguimos para Ibertioga, onde o Tio Célio queria comprar um queijo caseiro para levar (tínhamos visto uns bons queijos artesanais quando, na ida, paramos para o café). Depois de Ibertioga, lembrei que ele queria experimentar a Ténéré na estrada e tal. Parei e propus trocarmos as motos, no que seria uma ótima experiência também para mim, com a Falcon.

Que moto diferente! Frente mais pesada, mais grudada no chão, macia e com um grande torque em baixa rotação. Bem diferente mesmo! Seguimos assim até alcançarmos novamente o Distrito de Campolide, no que deu para rodar uns bons quilômetros com a Falcon. A Ténéré não fez feio não, claro... É uma ótima moto, como sou suspeito para falar.

De Campolide, retornamos a Barbacena, encontramos meus pais para colocar um pouco mais da conversa em dia.

Sempre bom rodar com Tio Célio! Com toda a sua experiência e muita conversa... Alguns destinos já engatilhados e em breve voltaremos às estradas!