domingo, 28 de agosto de 2016

Uma incrível surpresa

O passeio de hoje foi meio inusitado. Meio sem ideias de destinos relativamente próximos, pensei em seguirmos a estrada de Antônio Carlos para além dessa cidade; na verdade, conhecer a estrada, o que viria pela frente.

Saímos ainda pela manhã e tomamos o rumo de Antônio Carlos, destino que já conhecíamos bem de nossos passeios para a Borda do Campo e João Ayres, além da cachoeira do Fagundes. Passamos todos esses acessos e seguimos via Curral Novo, uma pequena localidade alguns quilômetros à frente. A estrada, simples, mas muito boa e bonita, seguia por muitos lugares altos, pequenos planaltos e morros, dando uma boa vista de tudo. A Rochelli foi fazendo ótimas fotos. Ao longe, víamos crescendo a Serra de Ibitipoca, denunciando estarmos cada vez mais para o sul.

Em certo ponto, ficamos de queixos caídos! A estrada descia abruptamente. Uma descida de serra maravilhosa... Incrível mesmo! Que visual. Mesmo acostumados com a geografia da região, esta era, realmente uma descida de serra singular. Ainda mais bonita que a de Santa Bárbara do Tugúrio ou a de Desterro do Melo. Fantástica descoberta. Foi uma pena não podermos parar, devido a falta de acostamento. Mas minha linda aproveitou, da garupa mesmo, para registrar tudo o que podia!

Passamos por alguns lugarejos, a entrada para Paraíso Garcia e chegamos a Bias Fortes. Lugar bem agradável, com bonitas pracinhas. Fazia muito calor, nossa. E a cidade estava movimentada, com muitas pessoas nos bares, fazendo bastante barulho... kkk. Descansamos numa das praças, tiramos fotos e fiquei pensando como seria o trajeto dali até a estrada de Lima Duarte, mais ao sul. Bem, ficaria para uma próxima vez. Seria um motivo a mais para atravessarmos novamente a bela serra que nos encantou.

Voltamos felizes e motivados, sabendo que a estrada de volta revelaria a mesma beleza da ida e que por mais que pensamos conhecer uma região, sempre podemos ser surpreendidos.

          


sábado, 6 de agosto de 2016

Sorvete

Só para constar que hoje foi dia de dar um passeio até Antônio Carlos. Um passeio com minha lindinha para tomar um sorvete numa cidade vizinha e aproveitar um pequeno trecho de estrada com a moto.


Bom demais!







sábado, 23 de julho de 2016

Nas terras do rei

Dentre os inúmeros destinos próximos e interessantes, São João Del Rei ainda restava como aquele ao qual ainda não fôramos de moto. Os dias não estavam lá muito bonitos, mas não seria um tempo mais feio que iria atrapalhar nossos planos de passeio.

Saímos de Barbacena pela manhã. Planejamos a rota e a visita à cidade (eu já conhecia muitos lugares interessantes para ir). Após uma viagem bem tranquila, conseguimos parar próximo a estação ferroviária logo na chegada. Ali, já aproveitamos para tirar algumas fotos e nos ambientar à cidade, por sinal, ótima. Pudemos ver a saída da maria fumaça rumo a Tiradentes e, em função do horário, resolvemos almoçar por ali mesmo, no Restaurante Pelourinho, que eu já conhecia.

Depois do almoço, pegamos a moto e rodamos pelo centro, cujo trânsito estava bem travado. Consegui uma vaga próxima à Igreja de São Francisco, local ótimo para conhecer e a partir do qual passearíamos a pé.

De lá, percorremos a própria igreja, uma das mais lindas, na minha opinião, o campus Santo Antônio, da UFSJ e os arredores. Ali mesmo, próximo à igreja, eu e a Rochelli conseguimos nosso carimbos do passaporte da Estrada Real e tomamos sorvete.

Depois de andarmos bastante, conversando e tirando fotos, resolvemos voltar a Barbacena.

Um passeio singelo, mas que, como todos, nos aproxima das belezas de nossa região, além, é claro, de estreitar nossos diálogos, opiniões e sentimentos.

 
 
 
 
  
  

terça-feira, 19 de julho de 2016

Desafio serrano

Com o bom desempenho e o conforto da nova moto, a Ténéré, ficamos mais tentados a rodar em estradas maiores. Diferentemente da Bros, que nos servia melhor na estrada de chão, nossa nova companheira propiciava um passeio ótimo tanto na terra quanto no asfalto.

Por isso, dessa vez, um novo destino: Santa Bárbara do Tugúrio. Não muito distante, é verdade, mas com um trecho na conhecida BR-040, de alta velocidade, e uma das descidas de serra mais abruptas da região. Uma estrada perigosa, mas muito, muito bonita, e pela qual jamais houvera passado pilotando.

Saímos não muito cedo, com o objetivo de almoçar na Parada Olhos D'Água, um restaurante já conhecido de minha família, com especialidade em pratos com tilápias. Uma delícia. O tempo não estava lá muito bom: neblina e até garoa, principalmente a partir do trevo que liga a 040 à BR-265 para Santa Bárbara. Nenhuma novidade para mim até aí, pois até o tempo fechado, por ali, era-me conhecido. Dali para frente, era "morro abaixo", kkk.

Linda estrada. Fomos descendo da camada baixa de nuvens e vendo todo o vale que se formava à frente. Devagar, passeando e curtindo cada quilômetro. Muitas curvas apertadas e muitas plantações de bananeiras. Como sempre, a moto foi perfeita. A subida, no retorno, seria o teste final de potência na estrada.

Passamos o trevo de Santa Bárbara e avançamos mais um pouco, até a parada. Ainda não estava cheio, pois era cedo. Mas logo nos acomodamos e fizemos nosso pedido. Saboreamos os sucos integrais de uva do estabelecimento e, após uma pequena espera recebemos o delicioso prato de tilápia a doré. Perfeito.

Depois do almoço, andamos pelo lugar, que também dispõe de uma pousada e um pequeno lago para pesca. Satisfeitos, ligamos a moto para a viagem de volta. A subida da serra se deu da mesma forma que a descida e ficamos muito satisfeitos com a Ténéré, além de animados com a possibilidade de novos destinos. Minha lindinha adorou tudo: a viagem, a serra, o saboroso peixe, e eu, não poderia estar mais feliz. Um passeio rápido e muito, muito bom.

 
 
 

sábado, 25 de junho de 2016

Trocando motos

Bem, a Brosinha foi valentíssima e sempre nos serviu bem. Mas era tempo de trocar de moto, afinal, como passamos a viajar muito mais, a velha laranjinha estava aquém do que a gente passou a precisar, principalmente nas estradas grandes, como a 040 e seus trechos de serra. As 150 cc serviam bem para trabalhar ou para pequenos passeios em estrada de chão, mas perdiam muito com piloto e garupa em rodovias mais velozes.

A Ténéré 250 é linda. E ótima. A moto que eu já queria fazia bastante tempo. Na cidade, segura, ágil; tranquila para trabalhar. Nem precisei me adaptar direito. Faltava a estrada.

Por isso, eu e a Rochelli resolvemos fazer um passeio breve, dando um pulo em Desterro do Melo (nunca tínhamos ido lá) para sentir a moto na estrada.

Saímos à tarde mesmo, pois o trajeto é bem curtinho. Dia bonito e estrada ainda mais. A escolha do destino tinha sido proposital, pois a serra é bem íngreme. Descida na ida, subida na volta. Tudo ótimo e achamos muito confortável, além de compararmos a potência, é claro. Minha primeira Yamaha, depois de muitas Hondas. Perfeita.

Eu, minha linda, uma moto e uma estrada perfeitas. O que poderia pedir mais?