quinta-feira, 30 de maio de 2024

Novos agregados ao motociclismo

O motociclismo por si só já junta muitas pessoas legais, com um propósito e um objetivo: estrada! Estar na estrada é algo maravilhoso. Só quem anda sabe. Liberdade, paz... E como sabemos o bem que faz, nada mais justo que apresentar isso a novas pessoas.

Resolvemos então chamar o Samuel (com quem já rodamos em alguns lugares) e dessa vez o Thiago com sua namorada, Duda. Ele pegou a moto recentemente e não tem experiência em estrada. Queria ir a Tiradentes. Achamos meio complicado pela estrada perigosa, mas com a rota feita por Carandaí até que ficou mais tranquilo.

Tudo combinado para encontrarmos eles no aupermercado Mart Minas às 8h. Chegamos e o Samuel já estava lá, muito pontual como sempre. Thiago estava a caminho. Um frio que nem a roupa de moto estava segurando. Fiquei imaginando o pessoal que estava com roupas mais comuns. Ofereci minhas luvas para a namorada do Thiago, mas muito tímida não aceitou inicialmente. Eu sabia que ela mudaria de idéia, kkk. Pegamos estrada até o Carroção em Carandaí pra tomar um café e tentar descongelar um pouco.

A estrada estava bem movimentada para o lado oposto, porém fomos com calma para que não houvesse risco algum. Terminamos o café e bora para Lagoa Dourada. Duda aceitou minhas luvas, kkk. E o Thiago aceitou as do Felipe. Seguimos rumo a Lagoa Dourada. O frio foi diminuindo e não estava tão doído ficar na estrada.

Chegamos no Legítimo Rocambole para que experimentassem o famoso e mais falado doce de Lagoa. Estavam querendo até levar pra casa após comerem bastante. Seguimos novamente e dessa vez para Tiradentes.

Um movimento danado chegando na cidade e só depois lembramos que era feriado religioso e a cidade estava tendo algumas comemorações. Logo pensamos que nem ficaríamos. Não tinha nem lugar pra parar direito. O Thiago só queria ser apresentado ao chafariz, kkkk. Descansamos um pouco e resolvemos ir embora. Thiago e a Duda queriam almoçar, mas o resto de nós nem comida aguentava olhar mais. 

Paramos no restaurante Tutu na Gamela, que fica bem na entrada de Tiradentes. Eu fiquei de companhia com os "almoçantes" e o Felipe foi com o Samuel de volta até São João del-Rei para comprar o rocambole que o Samuel tanto queria pra levar de presente. Os dois chegaram no restaurante novamente, esperamos o casal terminar o almoço e seguimos para Barbacena.

Voltamos até bem tarde. Estrada tranquila na volta. Sem pressa. Só tive um pequeno susto ao me deparar com um cachorro gigante e eu a 100 Km/h. Perna gelou, estômago doeu, kkkk, mas nada que um bom reflexo não tenha resolvido. É com sustos que ficamos ainda mais espertos. Temos que respeitar a estrada. Esse é o caminho de passeios bons e longe de qualquer tragédia.

Chegamos em Barbacena com tranquilidade. Nos despedimos e esperamos que eles tenham aprendido um pouquinho de como é estar na estrada e queiram voltar para passeios ainda mais legais e longos.















sábado, 18 de maio de 2024

O carimbo esquecido

Os amigos Alex e Maria estavam com a ideia de ir a Petrópolis para fazerem compras na famosa Rua Teresa. É um local já tradicional para compras de roupas dos mais variados tipos com qualidade muito boa e preço bem em conta. Já haviam feito um bate e volta com o Paulo e a Natália, mas, pelo que parece, saíram tarde de Barbacena e não haviam aproveitado realmente naquela oportunidade.

Ao longo dessa última semana, o assunto de um retorno a Petrópolis foi ganhando força. Eu e a Rochelli, claro, tínhamos grande interesse em ir. Principalmente se considerarmos que, da última vez em que fomos, esquecemos de levar nossos passaportes da Estrada Real. Ficamos sem o carimbo de Petrópolis, uma pena. Agora era a hora de buscar esse carimbo esquecido.

Como a distância é de cerca de 230 Km e a cidade tem inúmeras atrações, o ideal seria uma viagem para passar ao menos uma noite lá. Se possível, na verdade, duas, saindo na sexta e voltando no domingo. Só que nem todos tinham essa possibilidade. O Paulo e a Natália não poderiam dormir lá. A Rochelli também, com seu trabalho em regime de plantões contínuos, só poderia viajar para passar noites em outra cidade se fizesse algumas trocas. Isso tasmbém é complicado de articular assim, em cima da hora.

Para nosso azar, bem no meio da semana, nos machucamos. Eu tive algum mau jeito que me deu uma dor intensa no ombro e no pescoço e tive que tomar alguns analgésicos. Nada grave, mas considerando uma viagem de bate e volta de cerca de 470 Km (ida e volta), poderia ser bem complicado mesmo. Já a Rochelli tinha tido uma lesão no dedão do pé jogando vôlei de areia. Foi bem sério e preciso tirar radiografia para saber se não tinha fraturado. Por sorte não. Mas, do mesmo jeito, como encarar um viagem tão longa? Ficamos bem na dúvida até a véspera, na sexta-feira à noite, quando confirmamos com o Alex e com a Maria. Se as dores aumentassem, apesar dos remédios, simplesmente poderíamos voltar de algum ponto do caminho. E assim decidimos. O Paulo e a Natália infelizmente não poderiam ir dessa vez.

Acordamos às 4h da manhã para dar tempo de pegar as coisas que havíamos separado na véspera e ainda vestir as roupas de viagem. Na escuridão da noite, saímos para o ponto de enocntro, fixado dessa vez na Praça Conde de Prados. Pouco tempo depois, chegaram nossos companheiros de viagem. Tudo certo, pé na estrada.

Seguimos pela noite na BR-040 e deixamos que o Alex com seus poderosíssimos faróis ficasse na nossa frente, nos guiando pela escuridão. Fazia bastante frio, principalmente nos trechos de serra. O dia foi começando a clarear quando estávamos na altura de Santos Dumont. Até Juiz de Fora, a estrada é uma velha conhecida. Curtimos bastante a viagem e principalmente o ritmo que mantínhamos com as três motos, sem correrias e tal. Bastante agradável. Seguimos até Três Rios, onde fizemos nossa parada para o café (o Alex já devia estar com crises de abstinência).

De Três Rios até Petrópolis, a estrada toma outra forma. E não estou falando somente da cobrança de pedágios (R$7,25 por moto!), mas do relevo, da serra, do traçado. Paisagens belíssimas em meio a grandes paredões de rocha por todos os lados. Incrível mesmo. O dia ficou perfeito, com o céu predominantemente azul e um a temperatura amena.

Chegamos a Petrópolis através do acesso pela rodoviária, nos encaminhamos ao centro da cidade e, em pouco tempo, encontramos um bom estacionamento já em plena Rua Teresa. Deixamos as motos e os capacetes bem seguros e fomos andar pelas redondezas.

Logo próximo ao estacionamento já visitamos uma loja tida como referência por nossos amigos, mas meio escondida, em uma galeria. Encontramos variadas opções de roupas térmicas e de esportes, porém muito úteis para motociclistas também.

Dali, resolvemos nos separar, pois eu e a minha lindinha tínhamos uma missão a cumprir: carimbar nossos passaportes. Claro que não era nenhum sacrifício. Bastaria andarmos um pouco até a Praça da Liberdade, onde existe um centro de atendimento a turistas. Lá é um ponto de carimbo.

Andar pelo centro de Petrópolis é sempre legal. Fomos conversando e observando a cidade. Quando chegamos fomos muito bem atendidos e conversamos bastante com o guia sobre muitos assuntos: a cidade, a arquitetura, a Estrada Real e os modelos de passaporte e também sobre alguns eventos que estavam ocorrendo na cidade. Infelizmente, não poderíamos ficar para as apresentações de música à noite, pois a Rochelli tinha que trabalhar às 7h da manhã seguinte. Tiramos fotos na bela praça e voltamos à região do comércio de roupas, mas claro, paramos para comer um delicioso pastel de Belém no caminho de volta.

Demoramos a encontrar novamente o Alex e a Maria, apesar de termos nos contatado através dos celulares. Mas isso se deveu ao fato de estarmos visitando as lojas. A Rochelli acabou entrando em uma loja específica com roupas de desenhos animados e séries. Coisas da Disney, da Warner, etc. Ela adora. Acabou saindo de lá com uma camisa e um moletom, kkk. Encontramos nossos amigos na saída dessa loja. Dali, seguimos a um shopping center que tínhamos visto quando fomos procurar o carimbo: o Pátio Petrópolis Shopping. Andamos mais um pouco e almoçamos por lá. Aproveitamos para conversar bastante e trocar nossas impressões sobre a cidade e o comércio.

Resolvermos que um bom horário de retorno seria às 15h. Então, seguimos já na direção do estacionamento, visitamos mais algumas lojas e nos preparamos para o retorno. Pegamos as motos e a partir de indicações e algumas voltas pela cidade, conseguimos, depois de abastecer, sair pela saída do belíssimo palácio Quitandinha.

O retorno desse passeio foi tão bom quanto a ida. Com o mesmo ritmo, curtindo as estradas e suas paisagens. Dessa vez, paramos já no contorno de Juiz de Fora, num lugar chamado Restaurante e Lanchonete do Dubão.

A luminosidade do sol cessou quando estávamos próximos de Ewbank da Câmara. Mais uma vez, seguimos o Alex com seu farol equipado e subimos a Serra da Mantiqueira. A noite não estava tão fria no retorno.

Chegamos em Barbacena, nos despedimos do Alex e da Maria, agradecendo pelo ótimo passeio e ainda demos uma passadinha no Morada para garantir um lanche da noite.

Em suma, um dia perfeito!









sábado, 11 de maio de 2024

De madrugada para BH

Essa quarta-feira foi bastante atípica. Acabamos tendo de sair de madrugada para Belo Horizonte. Não, não foi um passeio de moto para curtir, mas sim uma viagem para comparecer a uma perícia médica do Estado. Isso porque fui nomeado para mais um cargo de professor (que ainda estou avaliando sobre assumir ou não) e resolveram marcar, de forma inexplicável, a perícia na capital do Estado. Resolvemos ir de Fiestinha, com a Rochelli dirigindo.

Com muitas informações truncadas para lá e para cá, iríamos sair às 6h para chegar lá com folga para a perícia marcada para as 10h30min. Contudo, de última hora, na noite de véspera da viagem, fui informado de que teria de estar em BH às 7h30min! Foi uma correria pela madrugada, mas deu tudo certo.

Sobre a tal perícia, melhor nem comentar! Mas fui considerado apto, olha só... Eu, que já tenho um cargo de quase duas décadas como professor do Estado.

Aproveitamos um pouco do tempo lá entre as perícias (sim eram duas em horários diferentes!), para rodar um pouquinho no centro da cidade. Não curto cidades grandes, mas, já que estávamos lá, foi bom poder visitar a Praça da Liberdade e o Jardim Municipal.

No retorno, aproveitamos para dar uma passada no Ponteio Lar Shopping, onde almoçamos, e na Tok&Stok. Fizemos também algumas paradas na viagem.

Chegamos bem cansados, mas acabou que, tirando a parte burocrática, foi uma boa viagem!



segunda-feira, 6 de maio de 2024

Café na estrada

Domingo de um passeio curto com o pessoal. O destino já é um ponto de encontro tradicional para motociclistas: o Restaurante e Lanchonete Carroção, em Carandaí. A ideia era tomar um simples café da manhã por lá... Leia-se: procurar motivo para pegar estrada com as motos. A Rochelli não poderia ir novamente, pois dessa vez, estava de plantão no hospital.

Encontrei o Alex, a Maria e o Ademilson no posto da Avenida Sanitária por volta das 9h e ficamos aguardando o Paulo e a Natália, que haviam confirmado a presença no grupo. Depois de quase meia hora de espera, resolvi pegar o celular e lá estava uma mensagem do Paula falando para irmos, pois ele nos encontraria lá. Com esse atraso em ver a mensagem, provavelmente, os dois chegariam ao Carroção antes da gente! Kkkk.

Estrada boa, clima ótimo. Fizemos uma viagem tranquila.

Uns três minutos depois que chegamos ao restaurante, chegam também o Paulo e a Natália.

Tomamos aquele café! Pedi um pão com linguiça e queijo acompanhado de um café com leite. E jogamos muita conversa fora.

Chegou o meio dia e o Ademilson avisou que retornaria, pois tinha compromissos de trabalho. Eu também não pretendia almoçar lá naquele horário, uma vez que o café da manhã tomado mais tarde do que de costume tinha matado completamente a minha fome. Paulo, Natália, Alex e Maria resolveram ficar por lá para o almoço.

Voltamos eu e o Ademilson então, numa viagem de retorno tão boa quanto a da ida. Tranquila e que deu para aproveitar a boa 040.

Nos papos, muitos planos para próximas viagens. Vamos fazer acontecer!

sábado, 4 de maio de 2024

Parque Xopotó

Este sábado foi dia de dar um passeio breve. Foi um passeio solo, pois a Rochelli estava ocupada com os preparativos de uma sessão de fotos que faria mais tarde. Decidi bem tarde (por volta das 13h) sair para dar uma volta nos arredores. Não havia almoçado ainda àquela hora e resolvi dar um pulo em Desterro do Melo para comer os sempre ótimos pastéis que tem por lá.

O tempo estava ótimo, com um céu completamente azul e quente, mas não tanto. Peguei a estrada para Pinheiro Grosso e Senhora das Dores, que tem, depois dessa localidade, uma linda descida da Serra da Mantiqueira. O asfalto não está dos melhores em alguns trechos, com algumas ranhuras de cortes e alguns remendos também, mas nada que atrapalhasse o passeio.

Chegando em Desterro, fui ao Bar e Pastelaria Popular, local dos tradicionais pastéis e pedi logo dois, acompanhados de um suco. Uma delícia.

Saindo de lá, resolvi conhecer o Parque Xopotó, passando um tempo por lá. Sempre achei incrível o fato de uma cidade pequena ter um parque público e bem cuidado logo em sua entrada, ao lado da rodovia, com queda d'água, quadra e tudo mais. Bem legal. Deu para ver que, de forma geral, o pessoal mantém o lugar, contando com o respeito da população queo frequenta.

Saindo do parque, foi só pegar a subida da serra de novo e, em pouco tempo, já estava de volta a Barbacena.